Os desafios da mobilidade urbana no Brasil

Enviada em 02/11/2017

Com base na história do Brasil,Juscelino Kubitschek já dizia “Governar é construir estradas”,este aspecto aderido no século XX,ocasionou á política rodoviarística. Nesse contexto, deve-se analisar como a falta de planejamento urbano e a migração pendular, potencializam tal problemática de acordo com a mobilidade.

Em primeira análise cabe pontuar que a não obtenção de planejamento agrava as condições de locomoção. Segundo o Departamento Nacional de Trânsito (DENATRAN),mais de 160 mil novos carros estão surgindo significadamente,e certas regiões não estão prontas para receberem esta demanda.Por exemplo,as ruas de algumas cidades hoje ainda possuem uma política de urbanização antepassada, assim como, em Porto Velho, suas ruas dispõem dos mesmos comprimentos de vinte anos atras, a qual utilizavam-se carroças.Consequentemente,corrobora para um gradativo engarrafamento.

Não obstante,convém frisar que a migração pendular contribui para este congestionamento.É de conhecimento que milhares de pessoas se deslocam de uma determinada região  para chegarem as grandes metrópoles, devido a trabalho e escola/universidade ,intensificando o fluxo de veículos.Dessa forma, para tentar amenizar o impasse, a cidade de São Paulo, usou uma estratégia de rodízio de placas,ao qual, um dia se utiliza a terminação ímpar e no outro par. Porem,uma única família pode possuir dois carros com indicações diferentes, e usufruir de seu veículo todos os dias, sem precisar usar transporte público.

Fica evidente, portanto, que medida necessárias amenizariam as dificuldades da mobilidade urbana.É imprescindível que o  Departamento  Nacional de Infraestrutura de Transportes(DNIT),juntamente com as Prefeituras, devem realizar a manutenção e ampliação das estradas/ruas/avenidas.Além disso,é o Ministério do Transporte, por meio dos veículos de comunicação, incentive a população a utilizarem os transportes multimodais.Evitando assim a construção de novas avenidas.