Os desafios da mobilidade urbana no Brasil

Enviada em 03/11/2017

O desafio da mobilidade urbana no Brasil                                                        No governo de Washigton Luís, em 1928, materializou-se a ideia de que “governar é abrir estradas”. Não obstante, na década de 50, o então presidente Juscelino Kubitschek modificou tal concepção investindo no crescimento desenfreado da indústria automobilística, provocou, destarte, sérias complicações na mobilidade urbana do país.

Efetivamente, o tráfego urbano tem sofrido uma série de problemas que afetam inclusive os setores econômicos. O “vai e vem” citadino causa congestionamentos que geram efeitos visíveis na economia, uma vez que o tempo gasto para locomover-se diariamente poderia ser usado com o intuito de aperfeiçoar as práticas laborais que atuam na geração de renda e fluxo do capital.

Há, ainda, outros aspectos negativos que denunciam o caos, como o aumento das tarifas e a consequente insatisfação popular, destruturalização das rodovias e dificuldades de acessibilidade. Biologicamente,a amplificação da frota veicular e os efeitos decorrentes do déficit geral da rede de transportes geram poluição sonora e atmosférica, desencadeando a ocorrência de doenças bem como os demais impactos psicológicos, culminados pelo estresse, que podem acometer a população.

Portanto, é necessário a ação de certos agentes para amenizar ou solucionar tal distúrbio social. O Governo, juntamente com os demais poderes públicos,deve investir no desenvolvimento de meios de transportes alternativos e/ou coletivos, assim como a implantação de redes hidroviárias. Ademais, o planejamento urbano sustentável é imprescendível e deve incentivar a implantação de ciclovias e ciclofaixas, este podendo ser desenvolvido pelos próprios governantes municipais. Outrossim, maior transparência na aplicação de recurso, oriundo dos impostos pagos,possibilitará um eficiente avanço nas melhorias acerca do tráfego urbano e garantia de mobilidade urbana.