Os desafios da mobilidade urbana no Brasil
Enviada em 03/11/2017
No limiar do século XXI os índices de congestionamento continuam a crescer no Brasil, ademais a insatisfação dos cidadãos também aumenta cada vez mais devido aos atrasos no trânsito e as péssimas condições dos trasportes públicos, além disso com o aumento dos números de automóveis a poluição atmosférica cresce cada vez mais.
Primeiramente, segundo dados da ANTP ( Associação Nacional dos Transportes Públicos), a ocupação das vias se dá com cerca de 57 carros, 80 pessoas e 1 ônibus, o qual transporta em média 80 pessoas no horário de pico, enquanto um carro transporta em média 1,4 pessoas por veículo. Isso acaba agravando a situação no trânsito que ao invés de o número de carros diminuir ele acaba aumentando pelo baixo número de ônibus.
Em segundo plano, milhares de reclamações foram feitas a SPTrans, isso devido as más condições dos transportes coletivos, que incluem superlotação, atrasos, má comunicação com os motorista no embarque e desembarque, entre outras, conforme informações da carta capital.
Sendo assim, o abandono dos transportes públicos pelo próprio tende a crescer e causar mais problemas a mobilidade e meio ambiente, como o efeito estufa que aumenta devido a alta liberação do carbono na atmosfera, que em sua maioria é derivado da gasolina, combustível usado em automóveis, que diferente do alcool é mais barato e poluente a atmosfera.
Portanto, o Brasil precisa que a qualidade dos transportes coletivos melhorem, assim como também é necessário a construção de ciclovias para diminuir a emissão de gases e automóveis, para isso é imprescindível que companhias de transporte como SPTrans aumentem seus números de transportes e deem treinamento aos seus motoristas, ademais também é essencial que o Estado invista nas ciclovias, desse modo os cidadãos terão maior mobilidade, e menos riscos a saúde.