Os desafios da mobilidade urbana no Brasil
Enviada em 28/02/2018
De acordo com o documentário Perrengue,ele nasce diante da indignação do problema mais comum na cidade de São Paulo, o trânsito. Graças ao crescimento do contingente, assim como no documentário, torna-se perceptível nos grandes polos,uma aceleração desordenada nas circulações do tráfego. Coexistindo às falhas da mobilidade urbana e a urgência na melhoria desta problemática.
Sabe-se que com o processo da globalização e a vinda das transnacionais para o Brasil, a industrialização nos centros urbanos acelerou de forma contínua.Com esse processo, a vinda da população em grande escola,propiciou um inchaço dentro das cidades. Sendo assim, houve uma alternativa dos transportes individuais em detrimento dos coletivos,abordando para a questão exemplificada. Essa escolha deve-se a má qualidade dos transportes públicos e a carência de segurança presente na maioria. E por causa da dilatação nos centros e metrópoles, demonstra segundo a ONU que até 2050, 70% do conjunto de habitantes mundial viverá em cidades. E então, em razão das obrigações diárias de cada um, tem-se a perspectiva de agir no presente para satisfazer a necessidade dos brasileiros em se locomoverem.
Por conseguinte, em circunstância do número exorbitante de veículos nos grandes centros urbanos, vê-se o trânsito caótico e o desrespeito uns para com os outros. Tendo em vista que a pressa vivida em um mundo cada vez mais individualista e egocêntrico, torna-se aliada ao atual homem globalizado.Com isso, em razão do crescente tráfego, aumentam as emissões de poluentes na atmosfera, prejudicando toda a sociedade. Visto, no qual, segundo o site Galileu 75% das emissões são derivadas dos sistemas de transportes públicos e privados.Seguindo essa analogia, deve-se exigir em um maiores incentivos para a ampliação da mobilidade urbana, diminuindo o uso excessivo destes meios de transportes, pelo qual promovem muitos prejuízos para a sociedade como um todo.
Portanto, pela situação apresentada, medidas são necessárias para resolver esse impasse. Deve-se existir a participação do Estado no investimento para ciclovias, já que a bicicleta torna-se mais barata e sem riscos para a saúde populacional. Também vale ressaltar para as melhorias no transporte público, no qual tanto carece de estrutura física, como na acessibilidade para todos. E assim, segundo o filósofo Protágoras, o mundo é aquilo que o homem constrói ou destrói. Levando para o pensamento da tentativa da construção de um ambiente favorável para o convívio social e deslocamento humano. Tendo como participação primordial da sociedade civil e sua contribuição, entrelaçado ao respeito e em optarem pelos veículos mais viáveis, corroborando ara as medidas do Estado ganharem grande avanço.