Os desafios da mobilidade urbana no Brasil

Enviada em 17/03/2018

Com o advento do Capitalismos as cidades brasileiras se depararam com o progresso e a desigualdade social. O amontoado de pessoas na cidade grande, provocado pelo êxodo rural, trouxe consigo a falta de mobilidade urbana. Que cujas as consequências trazem impactos não só sociais mas também ambientais.

No  livro o Cortiço, Aluisio de Azevedo retrata a situação proveniente do aumento de pessoas na cidade, como a formação de cortiços, a marginalização e distinção entre as camadas mais pobre e ricas que se tornavam cada vez mais notórias, pelo desenvolvimento brasileiro. Esse amontoamento urbano trouxe: o superlotamento dos transportes coletivos, o sucateamento e um certo preconceito. Com o passar do tempo, o surgimento de transportes individuais foi cada vez mais almejado; tanto pelo conforto quando pelo consumismo, gerando assim congestionamento e impactos ambientais.

Outrossim os impactos ambientais, gerado ora pelo apelo automobilístico; por meio da mídia, ora pelas péssimas condições dos transportes coletivos brasileiros; falta de segurança, superlotação e passagens altas proporcionaram grave consequências. O aumento de carros individuais causam não apenas uma exorbitante emissão de CO2, mas também uma série de doenças respiratórias, proveniente do grande números de automóveis.

É de suma importância que o Governo possa disponibilizar mais transportes coletivos, além de fornecer manutenção aos que estão em circulação e reajuste nas passagens. Quanto aos transportes individuais, carros e motos, poderiam propor o uso alternativo como: dias de carros ímpares e pares. O estímulo ao uso de ônibus, trens e bicicletas por meio da mídia e redes sociais, contribuiriam bastante para uma conscientização social, tanto no consumismo quanto no impacto ambiental; além de diminuir o estresse causado pelo congestionamento.