Os desafios da mobilidade urbana no Brasil
Enviada em 19/03/2018
Durante o governo de Juscelino Kubitsheck um dos principais objetivos era o investimento em um país predominantemente rodoviarista. Entretanto, tal herança histórica reflete, hoje, nos problemas da mobilidade urbana. Nessa perspectiva, seja pela falta de investimento e acessibilidade, tal questão ainda persiste.
Em primeiro lugar, vale destacar o notável não-planejamento urbano conforme suas necessidades. Nesse sentido, os transportes individuais são mais valorizados em detrimento aos de massa, corroborando para um desequilíbrio. Exemplo disso, são os descontos nos impostos automobilísticos que, por outro lado, os transportes coletivos encontram-se em péssimas condições.Diante disso, o trânsito intenso, a poluição e acidentes são cada vez mais acentuados.
Vale mencionar ainda, a precária acessibilidade em nosso país. À vista disso, por mais que a Constituição defina o direito de ir e vir, a realidade é oposta para aqueles com necessidades especiais. Prova disso, é a displicência na estrutura urbana, predomina calçadas esburacadas e sem rampas e ausências de sinalização específica. Dessa forma, é notável a abrangente problemática na modalidade, porém, embora crítica, tal situação é mutável.
Torna-se claro, portanto, as causas e os efeitos dos obstáculos na efetivação na modalidade urbana. Logo, cabe as Governo Federal, priorizar os transportes de massa, através do investimento na qualidade e quantidade desses veículos. É imperativo ainda, que o Ministério da Cidade, busque a construção de um ambiente mais acessível, por meio de projetos em parceria com o setor privado. Assim, a mobilidade urbana no Brasil se consolidará.