Os desafios da mobilidade urbana no Brasil

Enviada em 11/04/2018

Conforme a primeira Lei de Newton, a Inércia, um corpo tente a ficar em movimento a não ser que alguma força de maior intensidade e de sentido contrário a vença. Nesse contexto, a mobilidade urbana é análoga a esse corpo em movimento retilíneo uniforme, seja pela cultura do carro presente no tecido social e pela herança histórica .Dessa forma, o estado precisa enfrentar a o dilema de forma mais organizada.

Em primeiro plano, segundo o filósofo Karl Marx, na sociedade capitalista há uma busca incansável por status, que no modelo econômico atual advém de produtos e bens. Nessa perspectiva, a cultura do carro enquadra - se nesse aspecto, haja vista que muitos jovens, sobretudo meninos, aspiram ansiosamente pela posse do automóvel assim que completam a maioridade. Dessa forma, tal prática ratifica o atual inchaço urbano, uma vez que esse é um ciclo vicioso.

Além disso, é indubitável que a presente problemática é resultado de uma herança histórica. Porquanto desde década de cinquenta, o presidente JK propôs um modelo rodoviário.Com efeito, essa má escolha no que tange ao modal , posto que o território nacional possui tamanho continental, reflete-se na realidade hodierna dos cidadãos, porque enfrentam um caos ao se locomover.

Destarte, a fim de amenizar essa adversidade e conter esse problema que se encontra em MRU, uma medida é fundamental. O governo, por meio do Ministério de Planejamento e Gestão, deve iniciar uma proposta de implementação que busque a criação de ferrovias em todo território nacional e a ampliação de metrôs dos grandes centros urbanos. Com o objetivo de diminuir o inchaço urbano e redirecionar a população no uso de modais transporte. Assim se inicia o caminho para a melhoria na mobilidade urbana.