Os desafios da mobilidade urbana no Brasil

Enviada em 16/04/2018

No meado do século XX, com a política progressista do Juscelino Kubitschek, corroborou para um enorme crescimento automobilístico nas rodovias brasileiras, todavia com ínfimo investimento na infraestrutura. Nesse contexto, no que tange à árdua mobilidade urbana no solo nacional. É perceptível que essa situação criticável está intrínseca no país há anos. Destarte, urge a locomoção homogênea da conjuntura social e do Ministério Público para o confronto do impasse.

Convém frisar, a princípio, que a comodidade da população contribui para o desafio do fluxo de veículos. Nesse viés, consoante com o postulado Durkheimiano, o fato social reflete uma forma de agir e raciocinar, provida de exterioridade, coercitividade e generalidade. Sob tal ótica, identifica-se que a demanda por conforto no trânsito pode ser encaixado a tese do sociólogo, haja vista que se uma criança convive em um âmbito onde os indivíduos manifestam esse proceder, é irrefutável que irá incorporá-lo por virtude da vivência em grupo. O desejo pelo carro próprio, em suma, é propagado através de gerações, amplificando o desafio da mobilidade nas cidades.

Outrossim, é pertinente enfatizar o insignificante investimento do Poder Público nesse cenário.Conforme divulgado no portal G1, a infraestrutura das ruas e o transporte alternativo se encontram em uma circunstância deplorável. À vista dessa referência, verifica-se o fluxo de carros tende a piorar, pois embora o Órgão Dirigente aplique capital nesses setores, é indubitável que ainda há, decerto, muito a se investido e estudado. Desde o plano de metas do JK, por conseguinte, o Brasil sofre com a dificuldade da mobilidade urbana por ausência de planejamento pensado.

Em síntese, torna-se evidente a urgência de medidas para reverter esse quadro incessante. Com intuito de atenuar o empecilho. É de grande relevância o papel da família em consonância com a escola na construção intelectual dos jovens, isso deve ocorrer mediante a palestras, peças teatrais e conversas que visem o controle da compra do próprio automóvel e demonstrem a vantagens da escolha pelo transporte alternativo, com o fito de fomentar a mentalidades deles e, além de transmitir o hábito para o próximo, cooperem para a diminuição de carros nos centros urbanos. Para que o estado brasileiro disponha de rodovias mais acessíveis. Em harmonia com a conjectura de Émile Durkheim, portanto, o fato social será gradativamente suplantado na pátria.