Os desafios da mobilidade urbana para pessoas com deficiência

Enviada em 10/10/2026

No filme “Central do Brasil”, retrata a invisibilidade de populações vulneráveis e a precariedade do acesso à cidadania no país. Ao sair do viés cinematográfico, nota-se que os desafios da mobilidade urbana para pessoas com deficiência ainda ocorre nos dias atuais, refletindo o esquecimento e abandono desse grupo social por parte da sociedade e do poder público. A partir desse contexto, não há dúvidas: é imperioso discutir sobre os impactos cotidianos e a importância de adaptações locais a todos.

Nesse sentido, é imprescindível discutir sobre: impactos cotidianos que atrelam dificuldades a mobilidade urbana na vida da Pessoa com Deficiência (PcD). Isso ocorre, porque esta parcela populacional ainda se encontra invisível em meio ao coletivo, impossibilitando que recursos básicos sejam disponibilizados, como por exemplo: a mobilidade urbana. Dessa forma, às consequências marcadas pela invisibilidade, impossibilitam que a PcD tenha liberdade de locomoção nos espaços, a partir disso, às adaptações dos ambientes são de extrema importância.

Além disso, é fundamental reconhecer a importância de adaptações locais, porém a falta da teoria e da prática sobrepõe. Tal problema ocorre, pois não é de abrangência social ter ciência sobre a quantidade de pessoas que portam algum tipo de deficiência em nossa nação. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), afirma que cerca de 24% da população brasileira é PcD, mediante a isso, se faz imperativo a fundamentação de recursos e reconhecimento das adaptações locais às PcD.

Portanto, os Gestores Públicos devem atribuir recursos às PcD e orientar a população quanto a esse grupo social, por meio de gestões locais, como prefeituras e associações, realizando adaptações dos espaços públicos e revitalizando o convívio social diário. Assim, revertendo a crítica centralizada no filme “Central do Brasil”.