Os desafios da produção artística no Brasil
Enviada em 07/05/2018
Pessoas que circulam pelas ruas de São Paulo podem se deparar com artes de grafites e pixos. No entanto, para grande parte da sociedade, a produção artística não é uma prioridade, salvo aquelas que funcionam com entretenimento popular. Por consequência, há carência de investimentos e reconhecimento para esse trabalho e, assim, o subutilizando e, algumas vezes, ocorre sua discriminação. Logo, é interessante ampliar e aumentar incentivos a politicas relacionadas à produção artísticas no Brasil.
Aristóteles considerava a arte como sedo o meio para a construção da realidade, ou seja, essa ocupação oferece grande potencial catártico e reflexivo para a comunidade. Dessa maneira, a valorização artística possibilitaria maiores ganhos para seguimentos sociais, como: saúde, educação, e cultura, pois o seu uso poderá auxiliar em tratamentos de natureza emocional, na contextualização para a percepções de eventos históricos e na construção da identidade nacional respectivamente. Então, desassistir tais pensadores é privar a população de buscar a “felicidade” com uma gama maior e plural de recursos intelectuais.
Outro aspecto da problemática é a questão do que deve, ou não, ser considerado arte e sua possíveis implicações. Consequentemente, essa ausência de definição universal. embora não devesse, possibilita a subjetiva valorização, ou não, do material disponibilizado para apreciação. À exemplo disso, o pixo é genericamente tido por muito como ato vandalismo, mesmo aqueles genuinamente de caráter ideológico, como a frase: “pense enquanto ainda é de graça” exposta nas ruas de São Paulo, tais exposições podem não ter seu devido reconhecimento e impacto alcançado por pertencerem a essa modalidade artística. Sendo assim, é importante ampliar medidas politicas de valorização das diversas modalidades artísticas.
A partir do exposto, medidas são necessárias para tentar sanar o impasse e ampliar a assediabilidade da arte no Brasil. Como disse o filósofo Immanuel Kant: “A educação tem o poder de transformar nações”. Desse modo, O Ministério da Educação e o Ministério da Cultura deve postular o curso da história do uso da arte para à formação de pedagogos e, também, no Plano Nacional de Educação e, com isso, as novas gerações poderão gradativamente ter mais afinidade com a diversidade artística brasileira. Para tanto, a Receita Federal deve ampliar recursos para essas pastas governamentais e, assim, viabilizar e agilizar a inclusão e ampliação da participação ativa da população com a as manifestações artísticas.