Os desafios da relação entre o homem e o meio ambiente

Enviada em 15/04/2019

Consoante a ideologia da organização do Greenpeace, inteligência é a habilidade das espécies para viver em harmonia com o meio ambiente. Nessa perspectiva, percebe-se que no Brasil essa realidade está equivocada, no qual denota uma relação de extremo desiquilíbrio entre a natureza e o ser humano. Nesse contexto, reconhece como fatores desse imbróglio social a cultura brasileira, bem como a ineficácia das políticas públicas.

Em primeira análise, cabe avaliar o legado do país proveniente dos colonos lusitanos que praticaram em grande escala o extrativismo, para o desenvolvimento da monocultura, o plantio de cana de açúcar. Essa prática foi oriunda da errônea ideologia do antropocentrismo e do utilitarismo em que os homens acreditavam que a natureza fosse uma fonte inesgotável com a função de servi-los. Hodiernamente com o advento da revolução industrial no século XVIII, percebe-se que esse conceito foi intensificado, com queimadas e poluições a atmosfera e aos oceanos o que distância ainda mais o território brasileiro da célebre concepção do Greenpeace.

Outro ponto relevante nessa discussão é a Constituição Cidadã de 1988, que presa pela preservação do meio ambiente porque reconhece nele um bem coletivo como potencial para a manutenção da vida, impondo-se assim a defesa dele. No entanto, não é isso que se evidencia com fiscalizações falhas, tal como a siderúrgica da vale que gerou sérios prejuízos ao meio ambiente com rejeitos tóxicos jogados em rios e cidades o que culminou na morte de várias espécies incluindo a do ser humano.

É evidente, portanto, que o Governo em parceria com o Ministério da Educação promova nos setores escolares a ratificação da valorização do meio ambiente através dos educadores em parceria com os ambientalistas, para que amenize o desrespeito a natureza. Além disso, também é necessário, que o Governo em parceria com o Ministério do Meio Ambiente, invista em tecnologias capazes de detectar a quantidade e qualidade dos rejeitos de cada indústria, para que assim, ocorra punições.