Os desafios da relação entre o homem e o meio ambiente
Enviada em 06/06/2019
Segundo o sociólogo Zygmunt Baumam, a falta de solidez nas relações sociais, políticas e econômicas são característica da “modernidade líquida " vivida no século XXI. Assim, o individualismo e egocentrismo contribuem para uma relação volátil entre o ser humano e a natureza. Portanto, o maior desafio da contemporaneidade é fazer com que a esfera pública e privada se preocupem em preservar a biosfera acima de seus interesses em obter lucro.
Nesse contexto, é válido ressaltar que a Revolução Industrial ocorrida na Inglaterra no do século XVIII promoveu a modernização das máquinas e consequentemente a produção de bens elevou-se a ponto de produzir excedente,o que necessariamente fundiu uma ideologia consumista sem comprometimento com o planejamento e preservação. Desse modo, esse sistema refletiu em todo o mundo inclusive no Brasil com a presença de empresas que omitem a importância de criar métodos para conciliar a exploração juntamente com a conservação do meio ambiente.
Diante desse cenário, o filósofo Jean-Jacques Rousseau expôs a ideia de que " O homem é produto do meio”, logo, a sociedade influencia o indivíduo em todos os aspectos. Isso implica afirmar que o Estado é o reflexo dos cidadãos, porém a sua fragilidade em promover políticas públicas de contenção da destruição da natureza facilita a existência de desmatamento, emissão de poluentes no ar, rios e mar, além da acúmulo de lixo em locais inapropriados.
É, em síntese, factual que diante do exposto da relação irresponsável das pessoas com o espaço ecológico o problema da fragmentação da flora e da fauna urge por medidas a criação de palestras educativas em empresas e escolas pela Secretária do Meio Ambiente, por intermédio de biólogos e consultores ambientais que mostrará os problemas nacionais de proteção dos recursos naturais e apelará para a ação consciente de todos, a fim de que haja uma humanidade mais integrada e preocupada com a vida de modo geral.