Os desafios da relação entre o homem e o meio ambiente

Enviada em 21/07/2019

“Inteligência é a habilidade das espécies para viver em harmonia com o meio ambiente”, a frase de Paul Watson, co-fundador da Greenpeace, reflete sobre a necessidade de aprender a respeitar o ambiente em que se vive. No entanto, o que se observa no Brasil é um panorama de despreocupação acerca dos problemas ambientais, impedindo uma boa relação entre o homem e a natureza, tornando imprescindível novas medidas.

Primeiramente, é válido destacar a lógica capitalista como catalizador dos impactos ambientais enfrentados. A 1° Revolução Industrial trouxe inovações para as formas de se produzir, acelerando o processo. Neste contexto, surge o modelo fordista, que se baseia em produzir a maior quantidade possível para assegurar o maior lucro. Desta maneira, o consumo é incentivado e almejado, enquanto os impactos dessas práticas sobre a natureza são ignorados.

Por consequência, observam-se os problemas ambientais afetando a vida da sociedade. Na China, devido aos seus altos níveis de poluição, uma névoa impede que seus cidadãos vejam o céu, e o pôr-do-sol é observado através de um telão em uma praça central. A esse respeito, entende-se que a preservação do meio ambiente, quando desvalorizada, pode afetar a qualidade de vida de uma população. Portanto, fica claro que tal premissa, afeta não somente o aspecto econômico de um país, como também seu âmbito social e político.

Em suma, para que possa ser possível alcançar uma convivência harmônica, urge que o Estado crie um projeto que tenha por objetivo de conciliar a exploração e a preservação. Para isso, é preciso um maior investimento em pesquisas universitárias que criem novas tecnologias voltadas para sustentabilidade. Desta forma, será possível garantir o desenvolvimento da nação em conjunto com a segurança da natureza, e assim, alcançar a inteligência descrita por Paul Watson.