Os desafios da relação entre o homem e o meio ambiente
Enviada em 28/08/2019
Lucro e Natureza andam na mesma velocidade?
O Artigo 125, da Constituição brasileira, prevê a conservação do meio ambiente com práticas sustentáveis, sendo de direito do cidadão ter contato com a flora e fauna, além do mais, é de responsabilidade do mesmo usufruir de fora consciente os recursos oferecidos pela natureza. Todavia, o desenvolvimento visando o lucro prejudica de forma direta o ambiente, por meio de desastres ambientais. Desta forma, é inevitável enunciar caminhos para um desenvolvimento sustentável na nação brasileira, através de ações públicas e privadas.
Vale ressaltar, a princípio, que protocolos e confederações foram realizadas desde a pós Revolução Industrial, a qual teve um grande aumento na degradação do meio ambiente. A priori, o Acordo afirmado em 2015 em Paris resulta na diminuição de gases poluente na atmosfera, independentemente da condição econômica do país. Entretanto, o segundo país que mais polui a atmosfera (EUA) decidiu-se sair do Acordo, afirmando atrapalhar sua economia, dados BBC. Desta forma, países que não fazem parte de protocolos, confederações ou acordos tem o “livre” âmbito de poluir sem limites.
De mesmo modo, destaca-se, o desenvolvimento impulsiona o homem a querer cada vez mais lucro, mas a natureza não se regenera na mesma velocidade da globalização mundial. Destarte, o tripé sustentável se dá a partir do consumo consciente dos recursos naturais, que desta forma será conservado para futuras gerações. Entretanto, desastres ambientais, ou melhor, crimes ambientais, como rompimento da barragem de Mariana e Brumadinho interrompem essa passagem de geração, pois há um grande extermínio de seres vivos no ambiente terrestre e aquático. O tripé de sustentabilidade visa conservar a natureza, gerar benefícios para a sociedade e movimentar a economia, só que vira um problema quando é priorizada apenas uma parte do plano, como em síntese destruição de um habitat por ganancia econômica.
Urge, portanto, a necessidade de solucionar o problema proposto. Logo, o Ministério do Meio Ambiente e da Agricultura em ação conjunta devem financiar estudos acadêmicos de melhorias ambientais, por meio de investimentos em cursos voltados para a saúde populacional, visando qualidade de vida, sustentabilidade e lucro, desta forma alcançando formas menos agressivas para a natureza. Além do mais, o Governo deve criar uma Bancada Ambientalista com o objetivo de elaborar leis protetivas a favor da flora e fauna, com a finalidade de diminuir a negligência empresarial, assim evitando possíveis desastres ambientais, somente deste modo, esse problema poderá ser erradicado do país.