Os desafios da relação entre o homem e o meio ambiente
Enviada em 15/10/2019
No filme “O dia depois de amanhã”, é retratado catástrofes ambientais causadas pelo aquecimento global originado pela poluição de origem humana, causando a morte de milhares de indivíduos. De maneira análoga, fora das telas a humanidade está sujeita a essas tragédias, seja por falta da conhecimento da importância de cuidar a natureza, ou pela ganância de empresas que só pensam no lucro e deixam de lado a sustentabilidade. Logo, ações para mudar essa situação se fazem urgentes.
Mormente, se faz necessário frisar o impacto do meio ambiente na vida dos indivíduos. Conforme relatório da ONU de 2017, “A poluição é responsável pela morte de 12,6 seres humanos por ano no planeta”. Porém, nem todos as pessoas estão conscientes que a fumaça excessiva dos automóveis podem causar problemas respiratórios, ou que o lixo jogado ao chão polui a água que rega o alimento que elas consomem, podendo causar infecções. Segundo o filósofo estoico Epicteto, “Só o conhecimento liberta”; portanto informações sobre como zelar a natureza devem ser urgentemente apresentadas aos cidadãos.
Ademais, vivemos em uma sociedade capitalista onde o principal objetivo é o lucro, e as empresas, muitas vezes, deixam de lado a preocupação com o replantio das árvores consumidas como matéria prima ou com a poluição do ar provocada pelas fábricas. Conforme Adalberto Carim, Juiz da Vara Especializada do Meio Ambiente e Questões Agrárias no estado do Amazonas, “O Brasil tem uma das melhores legislações de proteção ambiental do mundo, mas a aplicação é muito falha”. Um dos motivos disso é o baixo número de policiais ambientais no vasto território brasileiro.
Destarte, ações governamentais são necessárias. O contingente de polícia ambiental deve aumentar, para melhor fiscalizar os crimes ambientais das empresas. Além disso, o Ministério do Meio Ambiente, em parcerias com os grandes veículos midiáticos - Rede Globo, SBT e Record - deve transmitir matérias sobre a importância de não poluir a natureza, tornando a população mais consciente e predisposta a evitar atitudes indevidas.