Os desafios da relação entre o homem e o meio ambiente

Enviada em 15/10/2019

Em meados de 1500, no território brasileiro, os portugueses pusseram-se à ver a extensa fauna e flora da região. Esse contato próximo proliferou, no local, um viés extrativista, pois o ambiente em questão era rico em minerais e recursos valiosos. Entretanto, esse período de retirada dos produtos era feito de modo inadequado e consumista, o que -para o ambiente- era desfavorável e destrutivo. Infelizmente, vê-se parcela dessas consequências e caractetísticas, no período atual, o que torna indubitável a relevância do debate sobre a relação entre o homem e o meio ambiente.

Por advento, é preciso salientar que o ser humano é o único indivíduo capaz de melhorar, trocar, fazer ou desfazer alguma ação. Apartir disso, discerta-se que o cidadão detem uma pré-disposição para desenvolver meios de equilibrar o seu modo de vida heterotrófico. Em contrapartida, esse afazer é burlado -com o intuito de favorecer o próprio indivíduo. O surgimento de queimadas e o desmatamento em série são exemplos nítidos dessa controvércia repugnante. Infelizmente, o descazo para com o ambiente é uma mazela humana, também, peculiar ao ser e, de acordo com o Filósofo Paulo Freire, é preciso chegar ao mínimo de desgaste para se criar um ambiente e um ser humano equilibrados.

Decorrente desse pensamento, observa-se que a relação entre preservar e conservar são postos em questão, pois, mesmo que ambos apresentem um viés cultivo, os meios de conservar possuem uma falha significativas. A grande usuabilidade das áreas brasileiras, por exemplo, necessitam de melhores recursos fiscais e culturais, haja visto que, atualmente, os biomas estão sendo desvastados, como a Mata Atlântica (possui cerca de 7% da área original), afirma IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Essas ações -inaceitáveis- desenquilibram a base do próprio ser humano de se estaagnar no território, pois, precisa-se ter harmonia entre o modo de viver (social e econômico) e de preservação, com vista para o beneficiamente do 79º melhor IDH (Índice de Desenvolvimento Humano, do mundo).

Logo, em virtude dos fatos mencionados, torna-se essencial criar a ideologia contrária ao desenquilibrio entre o meio ambiente e o homem. Desse modo, o Tribunal Global de Contas, com o poder monetário, investirá nos setores de educação e fiscalização, com o objetivo de criar e ensinar, através de profissionais ambientalistas, práticas de preservação aos alunos presentes e aos redores. E não obstante, o poder Executivo e Legislativo, efetivarão as fiscalizações por meio de revisões nacionais, como visitas secretas aos ambientes, prioritáriamente, aos locais de maior necessidade. Assim, poderão amenizar, a médio e longo prazos, o desenquilibrio atual, haja visto, a sanção para visualizar, diagnosticar e preservar determinados locais. Isso poderá reduzir a ideologia errônea presente e propagada desde o período Quinhentista.