Os desafios da relação entre o homem e o meio ambiente
Enviada em 29/03/2020
Consoante o Código Florestal Brasileiro de 1934, é de responsabilidade nacional a asseguração estratégica que viabilize ascensão econômica de forma sustentável e em parceria com o meio natural, para o bem desta e de futuras gerações. Contudo, o que se observa no atual parâmetro ambiental é o burlamento de tal decreto fundamental, propiciando a desestruturação catastrófica na relação homem e natureza . Tais fatos se dão pelo não cumprimento de leis naturais por razões lucrativas e negligência populacional, o que acarreta severos prejuízos ao meio.
Em primeiro instância, observa-se que a responsabilidade humana para com a abrangência natural mostra-se de crucial importância para o equilíbrio planetário , entretanto em antemão a tal afirmativa, vê-se que os fins lucrativos sobrepõem-se a consciência cautelosa e funcional supracitada. Neste viés, perquirindo-se o acervo histórico e geográfico mundial, torna-se notório o Protocolo de Kioto, no qual potencias mundiais agiram com desleixo não aderirem ao projeto que viabilizava a diminuição do gás poluente dióxido de carbono. Tais atitudes viabilizam o destruição natural, fator antagônico a qualidade de vida populacional.
Outrossim, tal responsabilidade não encontra-se restrita apenas aos governos e seus tratos industriais, a massa polucional também contribui com a arruinação mundial na prática de desperdícios, poluição e lixiviação dos recursos. Paralelamente, torna-se notório o projeto desenvolvido por artistas brasileiros, “Pare de Chupar”, ao qual possui como fundamento a conscientização popular a certa do uso de canudos plásticos que agridem a fauna e flora marinha. Neste contexto, torna-se evidente que a ação comunal, corrobora com a extinção de animais e plantas, seja por uso de materiais como plástico, bem como com a prática de queimadas e desmatamento, o que coloca todos os habitantes do globo em mesmo parâmetro de responsabilidade para com a natureza.
Destarte, urge agir a fim de mitigar tal problemática, suas causas e consequências. Para tanto, cabe os recursos midiáticos a conscientização popular, utilizando para tanto programas televisivos exibidos em horários nobres, que exibam em seus conteúdos as consequências desastrosas advindas de ações negligentes, quanto formas eficientes de autopoliciamento e uso consciente. Torna-se igualmente fundamental, a criação de equipes voltadas a fiscalização de empresas e demais fontes produtivas, a fim de melhor identificar e punir as que não respeitam as normas de conduta e preservação natural, permitindo e incentivando para a melhor estruturação dos objetivos a denúncia populacional e operária. Somente assim, o bem-estar desta, de futuras gerações e da natureza, será garantido conforme prevista no Decreto Florestal.