Os desafios da relação entre o homem e o meio ambiente
Enviada em 28/09/2020
No filme “Interestelar”, em que se aborda a terra sendo consumida em suas reservas naturais e um grupo de astronautas recebe a missão de procurar um planeta para que recebam a população, a fim de continuar a espécie humana, similar a sociedade brasileira ao fato de haver um consumo extremo, além da ausência de fiscalização em industrias. Essa visão negativa pode significativamente minimizada desde que acompanhada com o apoio coletivo, junto á expansão da fiscalização.
Em primeira análise, é crucial pontuar a respeito da revolução industrial que ocorre entre os séculos XVIII e XIX, e desde então a população começou ver o consumo como algo vital. Sendo assim o mundo passou a produzir de forma exagerada. Por conseguinte, todos os indicadores do meio ambiente diminuem, visto que ameaçando a espécie dos animais e o fim das reservas naturais da qual o ser humano depende.
Ademais, é imperativo ressaltar sobre a falta de fiscalização contribuindo para a persistência dessa problemática. Nessa perspectiva, Thomas More, em sua obra “Utopia”, em que retrata um mundo na ausência de problemas e conflitos, seja ele á adversidade entre o homem e o meio ambiente, por exemplo, como no filme citado, a população sem muito alternativa de sobrevivência, recorre a tentativa em outro planta, próximo aos habitantes brasileiro, visto que com o descuido do público, consequentemente prejudicando saúde humana além da evasão do meio ambiente.
Portanto, é de diligência que o Estado tome providência para melhorar o quadro atual, proporcionando melhores condições para a qualidade de vida aos seres humano, por meio de fiscalização, com a finalidade de aplicar multa ao que for flagrado contribuindo para o fim da natureza. Além disso, o Governo deve empregar campanhas publicitária a fim de conscientizar o povo para a importância do ecossistema, junto com o apoio grupal para o cuidado ao meio ambiente. Somente assim, haverá uma sociedade sem consumo exacerbado e logo podendo chegar a ótica de Thomas More.