Os desafios da relação entre o homem e o meio ambiente
Enviada em 21/10/2020
Durante a Revolução Industrial, foram criadas várias máquinas para reduzir o trabalho humano, como a locomotiva a vapor. Entretanto, os gases liberados por essas máquinas eram lançados na atmosfera. Esse, além de outros tipos de poluição e exploração do meio ambiente, persiste até os dias de hoje em dimensões ainda maiores. Esse cenário preocupante se deve, em suma, à cultura consumista e ao descaso da edilidade.
Em primeira análise, é válido ressaltar que a compra exagerada de produtos desnecessários fomenta o impasse. De acordo com o psiquiatra Carl Gustav Jung, “Toda forma de vício é ruim, não importa que seja droga, álcool, ou idealismo.” Nesse contexto, o idealismo de consumir a todo custo tem levado as pessoas ao consumo desenfreado, tornando necessária uma exploração cada vez maior da natureza para suprir a demanda do mercado capitalista e, consequentemente, causando um impacto negativo no meio ambiente.
Ademais, as autoridades públicas não tomam atitudes acerca dessa exploração, priorizando as indústrias. À guisa de exemplo, pode-se citar o livro Cadeiras Proibidas, de Ignácio de Loyola Brandão, que contém em um de seus contos a distopia de um homem que, ao ver um lagarto gigante comendo o seu filho, não toma nenhuma atitude. Por conseguinte, no dia posterior, ele é comido pelo lagarto. Da mesma forma, o Governo se encontra inerte à essa situação, porém os efeitos da extração exagerada de recursos ambientais afetarão a todos e o dinheiro não poderá comprar o elementos como o ar puro e a água doce, essenciais à vida.
Portanto, é salutar que o Estado tome medidas para reverter a situação. Cabe ao Ministério do Meio Ambiente, por meio da autoridade que os seus membros contêm, criar propagandas publicitárias que conscientizem a população acerca dos impactos que o consumismo causa na natureza e das consequências da escassez de recursos naturais na vida humana e as divulguem nos canais de TV aberta nas redes sociais, com o objetivo de diminuir as compras desnecessárias e, como resultado, reduzir a exploração do meio ambiente. Assim, será possível viver em uma sociedade que, diferente da Revolução Industrial, coexiste com a natureza e não prioriza o desenvolvimento financeiro à saúde do planeta.