Os desafios da relação entre o homem e o meio ambiente

Enviada em 22/10/2020

Funcionando conforme a primeira lei de Newton, a lei da inércia, a qual afirma que um corpo tende a permanecer em seu movimento até que uma força atue sobre ele, mudando de percurso, os desafios da relação entre o homem e o meio ambiente é um problema. Com isso, ao invés de agir como a força capaz de mudar esse percurso, a gana por dinheiro e a poluição acabam contribuindo para que este movimento permaneça de forma errônea.

No ano de 2019, a cidade de Brumadinho sofreu com o rompimento de uma barragem, consequência disso foi a contaminação do solo, morte de não somente animais, mas também de dezenas de pessoas. Em adição, a empresa responsável pela barragem segue sem pagar indenização aos habitantes do local e sem reparar as perdas geradas pela lama contaminada. Tal atitude comprova que, os interesses financeiros são maiores que a valorização da vida humana, da fauna e flora.

Ademais, outro fator que fomenta para que este corpo continue em seu movimento, é a poluição gerada pelos moradores. Esse fator é visto no desastre ambiental no Rio de Janeiro em 2019, onde teve um vazamento de petróleo, poluindo o mar e matando muitos animais. Porém, esse não é o único caso de poluição, já que segundo dados recentes, o Brasil despeja 2,2 milhões de plástico por ano, sendo o quarto maior produtor desse material no mundo. Logo, é inquestionável o papel dos interesses monetários e da poluição quando se diz respeito aos desafios da relação entre o homem e o meio ambiente.

Evidencia-se, portanto, que essa problemática permanece no mesmo trajeto, causando não apenas prejuízo a saúde humana, como também na de animais. Nesse viés, cabe aos próprios cidadãos reduzirem o consumo de lixo, por meio da separação e de não descartá- lo em qualquer lugar, devem também sempre optar por produtos biodegradáveis, a fim de diminuir o despejo de lixo na natureza. Nesse panorama, as escolas também devem incentivar a reciclagem, com o auxílio de campanhas e palestras, tem de informar os malefícios que esses matérias podem causar caso sejam descartados em lugares errados, no intuito de que não ocorra mais nenhum desastre ambiental, como de Brumadinho ou como no Rio de Janeiro. Somente assim, não haveria tantos desafios entre o homem com o meio ambiente, e por fim, o percurso citado por Newton seria mudado.