Os desafios da relação entre o homem e o meio ambiente
Enviada em 24/10/2020
Em um mundo onde o dinheiro muitas vezes vale mais que a vida, o ser humano tem uma relação problemática com o meio ambiente. Ao invés de se incluir no ambiente, se projeta acima de tudo e todos, vivendo apenas por si e para si. Essas atitudes contribuem para, por exemplo, a liberação de gases na camada de ozônio e a erosão do solo.
Desde a revolução industrial, nos séculos XVIII e XIX, quando a produção começou a se tornar predominantemente maquinofatureira, a liberação de gases que destroem a camada de ozônio e, consequentemente, causam desequilíbrios ambientais, aumentou. Segundo o Ministério do Meio Ambiente, algumas consequências que os buracos na camada de ozônio podem trazer são danos à visão, envelhecimento precoce, supressão do sistema imunológico, desenvolvimento de câncer de pele, além de prejudicar a vida animal.
Outro problema que teve seu início séculos atrás é a degradação ou erosão do solo. A cultivação de alimentos em solo fixo era muito usada pelos colonizadores na América, porém, para que isso fosse feito, era necessário remover a flora e fauna natural do local, o que altera todo o ecossistema. A erosão começa aí, quando uma determinada área é desmatada. Logo em seguida, inicia-se o cultivo de algum alimento, que extrai todos os nutrientes do solo, deixando ele pobre, sem vida e muitas vezes inútil. Uma pesquisa coordenada pela ONU revelou que mais de 30% do solo do mundo inteiro está degradado.
Ao analisar os fatos, é perceptível a necessidade de mudanças de comportamento urgentes. A ONU e algumas ONGs realizam campanhas de conscientização todos os anos, as quais deveriam ter mais espaço na mídia. Além disso, cada um deve fazer a sua parte para tornar o mundo melhor para todos. Talvez assim, o ser humano comece a agir mais coletivamente e seja menos egoísta com o meio ambiente.