Os desafios da relação entre o homem e o meio ambiente

Enviada em 23/11/2020

“Nada se perde, nada se cria, tudo se transforma”, por essa frase clássica de Lavoisier infere-se a constância da constituição de sistemas, sendo um deles o planeta Terra. Em primeira instância, ver-se, a base química e energética estável, passando esta por remodelação decorrente da ação de seus usuários. O homem, como tal, desde a pré história, utiliza da natureza para sua sobrevivência, relação que evoluiu agressivamente provocando, na contemporaneidade, impactos atrozes havendo urgência em saná-los para manutenção da própria espécie.

Como primeiras grandes civilizações, nomeadamente a Mesopotâmia e o Egipto, ocorreram à volta dos rios, mostrando que o ser humano valoriza os recursos naturais. Nesta fase histórica, a interferência humana é restringida pelo conteúdo sagrado do meio ambiente, e o conteúdo sagrado foi expresso em materiais como a “Oração do Nilo”. Aos poucos, como as pessoas confirmaram a reconstrução da relação do homem consigo mesmo e com o espaço, estabelecendo assim um racionalismo e embasamento científico. Desse modo, torna-se naturalmente um objeto empírico lucrativo, que promove a modificação e exclusividade em grande escala de tais coisas.

A atuação humana, demasiadamente, ao ambiente apresenta-se em seu ápice, classificação herdada de alterações comportamentais no século vigente. Nesse cenário, a Quarta Revolução Industrial aliada a consumação do capitalismo trouxe a dominação da tecnologia e do consumismo. Conforme isso, Bauman teoriza a sociedade contemporânea como essencial do consumo, em que as relações pessoais são apoderadas pela mania de apropriar-se das coisas. Consequentemente, esse processo observa a exploração natural exacerbada para sanar a necessidade de produtos, suscitando os recorrentes problemas ambientais, o exemplo da escassez de água, poluição atmosférica e perda de biodiversidade, os que o longo prazo tende a comprometer a estabilidade humana no planeta.

Em virtude da análise explícita atenta-se para a imprescindibilidade de obras pontuais em vista de frear as transformações humanas à natureza. Ao encontro dessa meta compete ao Estado instituir planos de preservação, com proteção de áreas de extinção e teto para poluição atmosférica. Ademais, é viável fortalecer a legislação ambiental, punindo rigorosamente aqueles que aarsarm, a fim de que com tais medidas minimizam os efeitos nefastos da interferência antrópica. Agregado como medidas governamentais, à sociedade, por intermédio de ONG’s e mídia, cabe fomentar ações efetivas para preservação ambiental, através de propostas para travar o consumismo e popularizar reutilização de produtos, ambicionando deter a retirada de recursos naturais.