Os desafios da relação entre o homem e o meio ambiente

Enviada em 14/01/2021

Promulgada pela ONU,em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todos os cidadãos o direito ao meio ambiente equilibrado ecologicamente. Contudo, OS MEIOS PARA COMBATER O DESMATAMENTO FLORESTAL é um cenário  caótico,pois, não se faz presente,hordienamente,essa cláusula da Constituição. Isso ocorre não só em função da modernidade consumista, mas também aos interesses próprios do capitalismo.

Cabe analisar, em primeiro plano, quanto o consumo da contemporaneidade contribui para a problemática. Nesse sentido, ressalva-se que a população está adaptada a se beneficiar das matérias-primas que a natureza dispõe para  a sobrevivência humana. Como previsto historicamente pelo processo  da Belle Epoque, que foi um acontecimento culminado pela modernização de móveis domésticos e automóveis,assim, para isso, houve o retiramento de madeiras para a fabricação desses - desvarborização. Analoga a isso, atualmente, traz consigo os efeitos - desvastamentos de grandes áreas florestais, contribuindo com a fuga de animais para os centros urbanos.

Outrossim, é válido ressaltar que, a beneficiação comercial favorece a questão. Sendo assim, entende-se o conceito de capitalismo - sistema econômico que visa acumulação de bens pessoais.Ademais, a empresa Suzano, é uma grande produtora de papel e celulose. Porém, essa realiza ações que estimulam a destruição das árvores, o que configura o despreenchimento da mata em prol do mercantilismo.

Destarte, é improletável, urgentemente, o Estado intervir em torno do combate ao desmatamento. Assim sendo, o Ministério do Meio Ambiente - regulador das políticas voltadas ao ecossistema, deve fiscalizar as áreas ambientais, por meio de um projeto que poderia ser nomeado de " uma árvore -  uma vida “, com o intuito de acabar com o descaso das empreiteiras em harmonia com o meio ambiente. Somente  assim, estaremos em consoância com  o  direito da natureza  equilibrada.