Os desafios da relação entre o homem e o meio ambiente

Enviada em 14/02/2021

O filme “Lorax”, lançado em 2012, " gira em torno de uma cidade em que as árvores eram de plástico e mantidas a pilha. Tal fato se deu pela grande produção fabril que esgotou os recursos naturais para a fabricação de tecido. Fora das telas, é fato que a realidade apresentada no filme pode ser relacionada com a do século XXI, em que com a Revolução Industrial as indústrias começaram a explorar muitas matérias-primas e a poluir a atmosfera, gerando inúmeros desafios na relação entre o homem e o meio ambiente.

Em primeiro lugar, é importante destacar que a terceira Revolução Industrial, cujo cerne foi desenvolvido de diversas fábricas e tecnologias, redimencionou o papel do homem no meio ambiente. Nesse sentido, é fato que essas fábricas precisam explorar cada vez mais os recursos naturais, principalmente por meio de desmatamentos para a extração de madeira. De acordo com Pablo Atson, fundador da Greenpeace, “a inteligência é a habilidade das espécies para viver em harmonia com o meio ambiente”, porém é evidente que, devido essas necessidade das indústrias explorarem descontroladamente as matérias-primas, a relação entre o homem e a natureza é o oposto de ser harmônica.

Consequentemente, essa péssima relação gera inumeros impactos ambientais, por exemplo o incidente que o municipio de Brumadinho sofreu em 25 de janeiro de 2019: os rejeitos tóxicos advindos da mineração de ferro na rota da Mina Córrego do Feijão inundaram a área administrativa da empresa Vale e uma comunidade próxima, denominada Vila Ferteco. Como resultado, houve grande perda social e ambiental, com centenas de mortes e a contaminação do Rio Paraopeba, fonte de alimentos, água potável e atividades econômicas, como a pesca. Logo, está explicito que há diversos desafios na relação entre o homem e o meio ambiente que acabam causando desastres ambientais.

Portanto, é preciso que o Estado tome providências para amenizar o quadro atual. Dessa forma, para poupar os recursos naturais, urge que o Ministério do Meio Ambiente instrua a população, por meio de  debates e ficções, que estimulem a serem menos consumistas e que potencializem a capacidade de reutilizar e reciclar produtos. Somente assim, será possível evitar que cenas como a vista no filme “Lorax”, esteja presente na realidade.