Os desafios da relação entre o homem e o meio ambiente

Enviada em 05/04/2021

Em sua música, Xote Ecológico, Luiz Gonzaga, denuncia e expressa os males das ações humanas predatórias sobre o meio ambiente, evocando temáticas como o desmatamento e a poluição. Analogamente, torna-se percptível o desequilíbrio da interação entre o homem e a natureza, exemplificado na utilização de recursos de maneira desenfreada, acarretando desafiaos para preservação da fauna e da flora e a garantia da conservação de ecossitemas.

Mediante ao elencado como exposto na produção cinematógrafica “Wall-e”, que ilustra um Planeta Terra fortemente afetado pelo acúmulo de lixo e ar contamiado, inóspito para habitação de qualquer forma de vida, o mundo enfrenta uma preocupante crise ambiental, decorrente  da intensa exploração de artigos naturais. Tal circunstância, surgi através da Segunda Revolução Industrial, abrangendo diversos países e suas colônias, promovendo o desenvolvimento de fábricas e, consequentemente, o aumento da emissão de subtâncias tóxicas na atmosfera e em rios. Hodiernamente, com o crescimento populacional e o elavado consumismo, a exploração ecossistêmica foi acentuada, levando a quadros quase irreversíveis, motivados por inúmeros atos humanos.

Entre tais fatores, destacam-se as amplas atividades pecuaristas e agrícolas, ambas, estendendo-se por vastas áreas, originárias a partir do desmatamento, o qual, tendo em vista a depravação do meio natural, ocasiona a extinsão de espécies locais, além da degradação do solo e lençois freáticos. Não obstante, a contínua difusão de compostos poluentes, geradores do Efeito estufa, pelas grandes indústrias, que apesar de combatida pelo Protocolo de Kyoto, visando a redução do aquecimento global, não conta com o apoio integral das maiores nações emissoras de gases infectantes, Estados Unidos e China, motivados por interesses econoômicos.

Desta forma, objetivando a longevidade do meio ambiente, torna-se necessário a reformulção das ações humanas sobre a natureza, buscando minimizar os impactos e respeitar seus limites, para que assim possamos garantir sua preservação e funcionalidade. Sobretudo a partir da diminuição da produção de lixo físico, como artigos de plástico, que levam anos para se decompor, a redução do extrativismo desmedido e contaminação química das massas de ar e do solo.