Os desafios da relação entre o homem e o meio ambiente
Enviada em 30/08/2021
Segundo o filósofo Sartré, o ser humano é livre e responspavel; cabe a ele escolher seu modo de agir. Logo, com o avanço do sistema capitalista recai sobre o homem o compromisso de não tornar a relação homem-natureza em desequilíbrio. Diante disso, aparece uma geração consciente com relação à temática ambiental. Porém, muitos ainda vivem perante a remediação ao invés da prevenção, bem como colhendo frutos dos erros e decisões do passado.
É importante ressaltar que apesar das empresas, governo e da população atentarem-se à conscientização ambiental, muitos desastres ainda ocorrem devido as negligências. Em meio a isso, uma analogia com o pensamento do filósofo José Ortega y Gasset: “Eu sou o que me cerca, se eu não preservar o que me cerca, eu não me preservo.” Exemplos de desastres são os casos das barragens de Brumadinho e Mariana, que por irregularidades e falta de inspeções aconteceu uma tragédia.
Concomitante a isso, cabe enfatizarmos os impactos que a nova geração vem sofrendo com os reflexos de uma desenfreada degradação ambiental, a qual surgiu desde a modernidade com a relação homem-natureza, alterando-se drasticamente devido ao produto principal da Revolução Industrial: a ampliação da exploração ambiental. Nesse âmbito, a industrialização, embora tenha trazido aumento da expectativa de vida populacional, trouxe agravantes para o aquecimento global, como bastante concentração de CO2 na atmosfera. Já Existem campanhas para combater a problemática, porém ainda é persistente e vivemos em um desequilíbro ecossistêmico.
Em síntese, mesmo que o modo de agir e pensar do homem tenha melhorado devido ao surgimento da indústria e o agravamento dos condicionantes da degradação ambiental, medidas são imprescindíveis, desde que haja parceria entre o governo, comunidade e população. O Estado fazer um mapeamentos em áreas de riscos e fiscalizações com repasses de informações entre órgãos responsáveis. Essas informações servirão de base para tomar medidas cabíveis para agirem de forma preventiva, e não remediativas. O aprimoramento da conscientização populacional nos cuidados ecológicos deve permanecer, para que assim, se construa um país mais sustentável.