Os desafios da relação entre o homem e o meio ambiente
Enviada em 22/08/2021
Promulgada pela ONU, em 1972, a Conferência das Nações Unidas para o Meio Ambiente Humano (dorante CNUMAH), garante a todos os indivíduos a obrigação de proteger e melhorar o meio ambiente. Entretanto, na prática, tal garantia é deturpada, visto que empecilhos relacionados ao homem com a natureza encontram-se efetivados na sociedade. Desse modo, a valorização automobilística em consonância com a ganância social são os principais pilares para esses conflitos.
Primeiramente, vale ressaltar a glamourização do veículo particular como perpetuador do impasse. Destarte, Pós- Guerra Fria o carro virou o principal símbolo do capitalismo, pois houve um forte estímulo para a população comprar seu modal individual. Desse modo, essa utilização de tantos automóveis particulares tornaram-se extremamente prejudiciais, já que além de poluir o ar atmosférico, devido à queima dos combustíveis fósseis, ainda corrobora com o câncer de pulmão, como afirmado pela OMS.
Ademais, vale salientar a busca por verba como impulsionadora da problemática. Por essa perspectiva, segundo o sociólogo Karl Marx, em sua análise da humanidade, as pessoas valorizam tanto o capital que esquecem dos seus deveres. Sob essa ótica, denota-se que a população almeja tanto a busca por mais riquezas que acabam por deixar suas obrigações de lado. Assim, não se preocupam em preservar e cuidar da natureza, pois ligam apenas para o que vai gerar bens.
Portanto, com intuito de mitigar os desafios entre homem e meio ambiente, urge que o Estado, como promotor e garantidor do bem-estar social, disponibilize subsídio para que o Ministério do Meio Ambiente reverta essa verba em contratação de profissionais que, por meio de workshops, nas escolas, informaria a população sobre a impôrtancia de usar transportes coletivos e ensinariam as pessoas a como cuidar da natureza. Somente assim, os deveres da CNUMAH entrará em completo vigor.