Os desafios da relação entre o homem e o meio ambiente

Enviada em 05/10/2021

O filme “Lorax” retrata a história de uma cidade que era composta por árvores conhecidas como trúfulas; no entanto, a ação do homem foi tomada pelo desmatamento e, por consequência, surgiram problemas ambientais. Fora da ficção, observa-se que o principal responsável pela destruição do ambiente é o ser humano; mesmo que haja leis que previnam a natureza, essas atitudes ainda não são suficientes. Diante desse cenário, é relevante analisar a negligência estatal e a apatia social.

Primeiramente, convém enfatizar que o descaso governamental está entre as principais causas desse óbice. De acordo com a Constituição Federativa de 1988, a preservação ambiental é um dever essencial. Entretanto, nota-se que o Estado não atua em defesa da lei estabelecida; tais motivos é resultante da escassa punidade à crimes ambientais juntamente com o retrocesso de políticas que aumentem a fiscalização nos espaços em que ocorre a degradação da natureza. Portanto, é inadmissível uma ineficácia do governo em não defender as garantias básicas da população brasileira.

Ademais, a cultura individualista e a falta de empatia é mais um dos fatores dessa problemática. Segundo a filósofa francesa, Simone Beauvoir, “O mais escandaloso dos escândalos é que nos habituamos a eles”. Nessa perspectiva, é notório que a destruição do meio ambiente provinda do homem ainda permanecerá se a sociedade não ter sensibilidade perante o infortúnio, uma vez que a cobrança social por mudança ocorre há muito tempo. Assim, o que precisa ser de fato extinto, são as raízes erradicas da ignorância humana diante do espaço natural brasileiro.

Em suma, medidas são indispensáveis ​​para a solução desse problema. Para tanto, é mister que o Ministério do Meio Ambiente, por meio de maiores investimentos, aumente rigorosamente a fiscalização em todos os estados brasileiros. Outrossim, uma implantação de campanhas em escolas e mídias que propague a importância da preservação, também são essenciais. Desse modo, o intuito é trazer, de fato, uma fiscalização mais eficiente juntamente com uma conscientização humanitária. Com efeito, se no filme a sociedade só se preocupou depois das trúfulas entrarem em extinção, é interessante que essa percepção, hodiernamente, seja vista com antecedência.