Os desafios da relação entre o homem e o meio ambiente
Enviada em 05/11/2021
De acordo com o provérbio indígena, “Só quando a última árvore para derrubada, o último peixe para morto e o último rio para poluído é que o homem perceberar que não pode comer dinheiro”. Analogamente, quando se observa a deficiência de medidas contra a extensão do desflorestamento causado pelas pessoas. Dessa maneira, é evidente que a problematica é preocupante não só devido à extinção das espécies, mas também a falta de chuva diante desse quadro alarmante.
Em primeira análise, deve-se ressaltar a ausência de medidas governamentais para combater a fragmentação dos hábitats naturais dos animais. Segundo o filósofo grego Aristóteles, a política deve ser utilizada de modo que, por meio da justiça, o equilíbrio seja alcançado na sociedade, entretanto, isso não ocorre no Brasil. Nesse sentido, por causa da baixa operação das autoridades, têm ocorrido extinções de grande escala, provocando o desaparecimento de muitos grupos de seres vivos de uma vez só.
Além disso, o decrescimento das chuvas no país gerado pelo desmatamento, também é consequência da exploração do homem na natureza. Em virtude disso, hoje o Brasil enfreta a maior crise hídrica desde 1930, afima o site Uol. Partindo desse enuciado, percebe-se o motivo do alto valor da energia elétrica na atualidade. Destarte, é imprescindível a atuação governamental e social para que tais transtornos sejam superados.
Portanto, é mister que o Estado tome providências para controlar o cenário atual. Para que no futuro haja água potável e sombras de árvores, urge que a Secretaria do Meio Ambiente em parceria com a Educação, insira no ano letivo de 2022 um projeto que conscientize as crianças e adolescentes a importância da preservação ambiental e também de plantar novas árvores no mundo, por meio de aulas uma vez na semana. Com o intuito que as próximas gerações possam desfrutar de um ar puro e rios limpos. Somente assim, será possível reverter o porvérbio indígena.