Os desafios da relação entre o homem e o meio ambiente

Enviada em 05/11/2021

O curta-metragem “Man”, de Steve Cutts, alerta sobre os impactos do homem sobre o meio ambiente, baseados num ciclo de abuso das espécies animais e vegetais para alimentar o padrão de vida capitalista. Logo, é urgente tornar a relação entre o homem e o meio ambiente sustentável, para isso desafios como diminuir a emissão de gases do efeito estufa e a desunião entre os países precisam ser superados.

Sob esse viés, o excesso de gases do efeito estufa liberados pela indústria são os principais responsáveis pelo aumento da temperatura do planeta. Isso é um problema pois pode levar a um colapso global, devido à irregularidades no clima e consequente perda da biodiversidade e falta de condições ambientais para a vida humana. Diante disso, Carlos Nobre, expoente cientista ambiental, afirma que “a Amazônia pode virar uma savana”. Assim, diminuir as emissões de gás carbônico é imprescindível para evitar esse retrato.

Ademais, a união global é peça-chave para tornar superar a desarmonia do homem com a natureza. Já que, países desenvolvidos, pobres e ilhas possuem interesses e problemas diferentes perante a meta de emissão de CO2. Enquanto muitos países, como Estados Unidos e China, já se industrializaram à custa de uma enorme marca de carbono na atmosfera, outros ainda precisam se desenvolver, mas agora de uma forma sustentável e mais cara, e os países ilhas correm o risco de desaparecer se as atitudes não forem suficientes. Inegavelmente, de acordo com Yuval Noah Harari, no livro “21 Lições para o Século XXI”, “problemas globais, precisam de soluções globais.

Portanto, com o propósito de superar os desafios da relação do homem com o meio ambiente é necessário uma cobrança maior da Organização das Nações Unidas com as metas de emissão de gases do efeito estufa de cada país, bem como intensificar os encontros de lideranças globais, como a COP-26, já que efeitos da ação humana são diários, para que haja constante consenso mundial e nenhuma país se sinta prejudicado. Só assim, o ser humano não será o vilão consumista criticado por Steve Cutts e criará um futuro sustentável.