Os desafios da relação entre o homem e o meio ambiente
Enviada em 02/03/2022
Em 1760, houve o início da Primeira Revolução Industrial, na qual ocorreu um uso intenso dos recursos naturais e uma grande poluição deles. Dessa forma, com o passar dos anos, a exploração do meio ambiente é cada vez maior. Esse quadro é fruto da irracionalidade do ser humano, o que gera impactos ambientais.
Nesse sentido, a sociedade possui um sentimento de egoísmo e ganância, pois pensam em lucrar independente da forma. Conforme o filósofo Albert Schweitzer, vive-se em uma época perigosa, o homem domina a natureza antes de si próprio. Desse modo, o meio ambiente sofre com a irracionalidade dos indivíduos, visto que executam queimadas, desmatam, poluem os corpos d’água e causam a extinção de muitas espécies. Com isso, as pessoas que realizam essas ações beneficiam-se com capitais, não pensam no planeta e como as próximas gerações encontrarão o mundo. Logo, esses comportamentos geram um retorno financeiro rápido e fácil, o que faz os cidadãos prejudicarem a natureza de maneira intensa.
Por consequência disso, o meio ambiente sofre com a péssima relação que os seres humanos possuem com ele, por exemplo, muitos animais ficam sem habitat, espécies são exterminadas e há o aumento da temperatura do planeta. Assim, a insensatez das pessoas supera a existência dos bichos, das águas limpas e das florestas. Com isso, os próprios indivíduos são atingidos pelas péssimas ações que têm, pelo fato dos impactos ambientais causarem a intensificação do efeito estufa, diminuição da biodiversidade e ficam com uma menor quantidade de líquido potável. Nesse contexto, os comportamentos da Primeira Revolução Industrial ainda persistem e prejudicam o planeta.
Portanto, o Ministério do Meio Ambiente, órgão responsável pelo setor, deve intensificar as legislações referentes a essa área, por meio do aumento dos anos das penas e da quantidade de dinheiro das multas, à vista de que as pessoas pensem antes de degradar o planeta. Ademais, cabe à mídia televisiva realizar propagandas contra os maus hábitos com a natureza, nos programas de horário nobre para ter um maior alcance, por via da participação de profissionais que mostrarão imagens e relatarão as consequências das ações humanas, com o fito de que as relações dos seres vivos sejam melhores.