Os desafios da relação entre o homem e o meio ambiente
Enviada em 19/07/2022
“A atual porposta de orçamento para o Ministério do Meio Ambiente é a menor em 21 anos”. Tal afirmação, feita pela G1 em uma reunião do Congresso, é uma evidência clara da negligência imposta às ações de proteção ao ambiente e preservação da natureza pelo país, que se enquadra em estado de emergência ambiental. Tendo isso em vista, é necessária uma discussão acerca da relação da intervenção humana e o meio ambiente, levando em consideração maneiras de resolver o constante avanço prejudicial da exploração humana no meio natural.
Nesse cenário, cabe mencionar o efeito da ação do homem no agravamento de fenômenos naturais, como o aquecimento global. Assim, pode-se perceber que a crescente emissão de gases do efeito estufa tem relação direta com o aumento da queima de combustíveis para consumo e comércio, devido à alta dependência desses no ramo de transportes. Além disso, e alinhado aos interesses de comercialização, percebe-se um aumento de atos que prejudicam a fauna e a flora como; o desmatamento para o uso de áreas agrícolas, extinção de espécies, inundações, erosões, poluição, mudanças climáticas, chuva ácida.
Desse modo, devido ao pensamento de priorizar o lucro em detrimento da preservação dos recursos naturais para futuras gerações, há a criação de uma consequente dívida com a natureza que, se não solucionada de imediato pode tornar impossível o retorno ao seu estado original. Portanto, o adiamento de resoluções para tal impasse pode levar à falência dos recursos naturais e a impossibilidade da utilização da natureza em favor das atividades humanas.
Em síntese, é imprescindível uma tomada de atitude por parte do Estado, para que os acordos internacionais de metas ambientais sejam compridos e valorizados. Para que isso seja efetivado, é importante o atendimento às reuniões anuais de controle ambiental e o incentivo à população a desenvolverem hábitos de sustentabilidade em seu dia a dia, como economizar água ou gastar menos energia. Ademais, é preciso que o Ministério do Meio Ambiente aumente o orçamento disponível para as questões ambientais e climáticas, que devem ser consideradas prioridades para o desenvolvimento da nação. Somente assim, poderemos providenciar um ambiente propício para as próximas gerações.