Os desafios da relação entre o homem e o meio ambiente
Enviada em 03/08/2022
A Constituição Cidadã de 1988 garante um meio ambiente ecologicamente equilibrado, todavia o Poder Executivo não efetiva esse direito. Paralelo a Aristóteles, a política server para garantir o bem comum aos cidadãos, logo se verefica que esse conceito encontra-se deturpado quanto a relação entre o homem e o meio ambiente devido, majoritariamente, à negligência governamental e à má formação socioambiental.
Primeiramente, é indubitável a ausência de medidas governamentais para combater a degradação do meio ambiente, que corrobora a omissão do Estado no que tange a criação de políticas públicas impulsionando a problemática. Desse modo, em uma perspectiva Durkheimiana, há uma fragmentação do organismo social, visto que o Estado e a sociedade não interagem suas partes entre si, como um “corpo biológico. Assim, a má atuação estatal faz os direitos permanecerem apenas no papel.
Outrossim, de acordo com o pensamento de Claude Lévi - Strauss “o Mundo começou sem o homem e poderá acabar sem ele”. Nessa conjuntura, a sociedade atual demonstra um paradoxo, uma vez que, apesar de inúmeros estudos constatando a acelerada degradação do meio ambiente, continuamos comentendo infrações e incivilidades diariamente, com o descarte de resíduos em lugares inadequados e o desmatamento indiscriminado. Desse modo, é essencial que esses hábitos por parte da população verde-amarela sejam alterados.
Infere-se, portanto, que o comportamento socioambiemtal possui estreita relação com os aspectos do Poder Público. Sendo assim, é alentado que o Ministério do Meio ambiente deva investir, por meio de incentivos ficais previstos por lei, na criação de políticas públicas mais eficazes no que tange a preservação do meio ambiente. Além disso, o Estado - em consonância com os municípios- deverá investir, por meio de redes sociais, rádios locais e cartilhas educativas na orientação da sociedade ao despejo de residúos em locais de coletas seletivas. Assim, sociedade e Estado desepenharão corretamente um organismo social, tal como afirmava Émile Durkheim.