Os desafios da relação entre o homem e o meio ambiente

Enviada em 04/10/2022

O quadro expressionista “O grito”, do pintor norueguês Edvard Munch, retrata a inquietude, o medo e a desesperança refletido no semblante de um personagme envolto por uma atmosfera de profunda desolação. Para além da obra, observa-se que, na conjuntura brasileira milhares de indivíduos sofrem um desequilíbrio resultante da ação do homem sobre o meio ambiente é, amuidadamente, semelhante ao ilustrado pelo artista. Nesse viés, tornar-se crucial analisar as causas desse revés, dentre as quais se destacam a negligência governamental e silenciamento.

Partindo desse ponto de vista, é imperioso notar que a indiligência do estado potencialize os desafios da relação entre o homem e o meio ambiente. Esse contexto de inoperância das esferas de poder explificam a teoria das instituições Zumbis, do sociólogo Zygmunt Bauman, que as descreve como presente na sociedade, todavia, sem cumprirem sua função social com eficácia. Sob essa ótica, devido à baixa atuação das autoridades, a falta de importância da população pelas aréas em extinção, sendo prejudicial para meio ambiente. Nessa perspectiva, para completa a refutação do estudioso polonês e mudança dessa realidade, faz-se imprescendível uma intervenção estatal.

Ademais, é igualmente preciso apontar o silenciamento como outro fator que contibui para os desafios da relação entre o homem e o meio ambiente. Posto isso, de acordo com, Aristóteles, filósofo grego, “a política tem como função preservar a integração entre os indivíduos da sociedade”. Diante de tal exposto, as aréas em extinção está sendo um problema de desmatamento silenciado pela população. Logo, inadmissível que esse cenário continue a pendurar.

Diante disso, portanto, são necessárias medidad capazes de mitigar os desafios da relação entre o homem e o meio ambiente. Dessarte, a fim de uma melhoria na qualidade de vida do homem e do ambiente, é preciso que o Governo Federal, assegure o bem social de todos os brasileiros, tendo em vista, o poder estatal, investir em leis rigidas, por meio de divulgação na televisão, jornal, redes sociais e rádio. Espera-se que os sofrimentos emocionais retratados por Munch delimitem apenas ao plano artístico.