Os desafios da relação entre o homem e o meio ambiente

Enviada em 01/09/2023

Barão de Itararé, um dos criadores do jornalismo alterntivo, estava certo ao dizer: " O Brasil é feito por nós, falta desatar os nós". Nesse contexto, os impactos antrópicos ao meio ambiente são um nó a ser desatado no cenário atual do país, seja pela inêficiencia legislativa, seja pela inconscientização popular.

Em primeiro momento, torna-se necessário debater como a ineficiência legislativa é um causador dessa problemática. Segundo a Constituição Federal de 1988, em seu artigo 225: “todos tem direito a um meio ambiente ecologicamente equilibrado”. Contudo tal direito não faz-se vigente, devido ao desmatamento de cerca de 90% da mata atlântica com o crescimento desordenado da cidade e desmantamento da floresta amazônica a fins de recursos naturais, mosta o desequilibrio da relação harmoniosa com o meio ambiente. Diante disso é inaceitável a manutenção dessas ações tão desastrosas a nação.

Outrora, é imprescíndivel concuminatente a discursão de como a inconscientização popuçar agrava essa problemática. Segundo o político sul-africano Nelson mandela, a educação é a arma mais poderosa para mudar o mundo. Entretanto, a ausência dela mantêm a cultura hereditária da falta de importância com o ecossistema, com a antiga ideologia de que os recursos naturais são inesgotáveis. Dessa maneira se agrava o caso de relações maléficas à natureza.

Portanto, os impactos antrópicos ao meio ambiente deve ser combatidos. Para isso, cabe o MEC ( Ministério da Saúde e Cultura), responsável pela formação da base de conteúdos escolar, conscintizar os alunos por meio de palestras e atividades interativas de preservação do ecossistema. Alem disso, é dever do Estado, prover um reflorestamento em detrimento dos dematamentos causados pelo homem. Assim desatará o nó descrito por Itararé no Brasil.