Os desafios da relação entre o homem e o meio ambiente

Enviada em 26/10/2024

No Art. 225 da Constituição Federal, promulgada em 1988, declara que preservar o meio ambiente é o dever do Estado e da coletividade. A partir dessa pespectiva, é possível observar que atual conjutura brasileira se distancia desse ideal democrático com os impactos ambientais causados pelo homem na natureza. Com isso, é imprescíndivel ressaltar que a maldade huamana e a omissão do Estado contribuem para promoção dessa problemática.

Em princípio, um dos fatores que colaboram para esse cenário é a maldade humana. Nesse sentido, Thomas Hobbes entendia que a maldade seria uma condição inata do individuo e, intuitivamente, conduziria suas ações na sociedade. Portanto, o pensamento de Hobbes condiz com a atual realidade do país em relação as atitudes humanas de degradação no meio ambiente, haja vista que o individuo busca incessantemente a multiplicação de suas riquezas por meio de recursos retirados da natureza, o que por sua vez implica no esgotamento de recuros ambientais.

Paralelo a isso, a omissão do Estado é um dos fatores qu impulsiona os impactos ambientais causados pelo ser humano. Nessa lógica, Norberto Bobbio -expoente filosófo italiano- desenvolveu o “Dicionário de polítia”, a partir do qual o Estado não tem dever apenas de garantir leis, mas assegurar que toda população usufrua de seus direitos. Contudo, a tese de Bobbio não é relativo com a atualidade brasileira, já que o governo é indiferente com a causa e não executa leis de combate a destruição do meio ambiente, que por sua vez não protege a biodiversidade, se mostrando assim condizente com tal situação.

Em virtude desses fatos, torna se essencial mitigar os obstacúlos ligados as consequências da relação do homem no meio ambiente. Diante disso, compete ao Ministério do Meio Ambiente que tem o dever de incentivar o cuidado com a natureza, tanto implementar projetos de leis que criminalizam essas práticas, quanto promover debates públicos sobre essa temática. Essas ações estratégicas executadas por meio de planos governamentais, visam um mundo mais sustentável. Assim, almeja-se que o ideal democrático se torne realidade.