Os desafios do combate ao trabalho escravo no século XXI
Enviada em 18/04/2018
No período colonial do Brasil, portugueses usavam a mão de obra escrava indígena com o intuito de não pagar impostos á coroa, por conta disso, existiam muitos conflitos entre os colonizadores e os jesuítas, o que contribui para diversas discussões na sociedade da época. De maneira análoga, atualmente, mesmo após os avanços da sociedade, a situação do uso de mão escrava é uma realidade no país, que nesse sentido, convém analisar as consequências de tal fato que é negligente a coletividade da pátria.
A princípio, é possível ressaltar que a questão constitucional e sua aplicação esteja entre as causas desse problema.Isso é consoante a era capitalista vivida no século XXI, uma vez que esse fato não é condizente com as do governantes, atrapalha uma intervenção estatal rigorosa. Contudo, como já proferido pelo filósofo Aristóteles, a política deve ser utilizada de modo que, por meio da justiça, o equilíbrio seja alcançado, mas como já citado, esse acontecimento rompe totalmente com essa harmonia.
Em consequência disso, a cada dia novas vítimas são formadas, prova disso encontra-se no balanço feito em 2015 pelo Ministério do Trabalho, que aponta que 1010 trabalhadores foram resgatados em condições de trabalho análogo ao escravo e que 65 deles eram emigrantes de diversas nacionalidades, o que prova que esse problema também é uma questão mundial. Além dessa problemática causar um grave problema social, viola a constituição brasileira, que em seu artigo proíbe qualquer tipo de trabalho em condições escravas.
Portanto, é evidente que ainda há entraves para garantir a solidificação de políticas que possam proporcionar um mundo melhor. Destarte, a polícia federal brasileira deve aumentar a fiscalização em suas fronteiras, de modo a diminuir os casos de emigrantes nessas condições. Além disso, como já foi proferido, essa problemática é um questão mundial, cabendo assim à ONU na figura de poder legislativo mundial, reunir o Estados para debater essa questão, de modo que haja uma resolução precoce. Se essas medidas forem tomadas e as políticas condizerem com a harmonia de Aristóteles, a mão de obra escrava ficará apenas na história e deixará de ser um realidade.