Os desafios do combate ao trabalho escravo no século XXI
Enviada em 14/05/2018
No século 19, Inglaterra pressionava Dom Pedro 2° para abolir a escravidão, porém, a elite latifundiária necessitava de escravos para sua produção. Assim, o Imperador do Brasil criou leis abolicionistas de forma mais lenta possível para não desagradá - los, pois além de manterem a economia do Brasil, eles apoiavam Pedro 2°. Desse modo, percebe-se que a escravidão mesmo sendo abolida se estendeu até os dias atuais. Nesse contexto, há dois fatores que não podem ser negligenciados, como a insuficiência da fiscalização e o poder que certos latifundiários possuem.
Em primeira análise, cabe pontuar que uma das dificuldades do combate à escravidão é a insuficiência da fiscalização. Comprova - se isso por meio de cortes do investimento da inspeções do trabalho, diante da obsessão da equipe econômica do governo federal. Assim, manifestações pacíficas poderiam ser feitas pela população a fim de cobrar a liberação de verbas para órgãos que verificam o trabalho.
Ademais, convém frisar que o poder econômico e político dos latifundiários é uma enorme barreira ao combate de atividades coercitivas, pois eles se transformam na própria lei. Diante disso, percebe-se que o serviço vassalo é imposto pelo dono de terra que possui um domínio pessoal sobre algum indivíduo. Logo um ato revolucionário das pessoas que estão sob este poder, acabaria com o mandonismo local.
Portanto, medidas são necessárias para atenuar a problemática. É imprescindível que haja investimentos do governo em órgãos fiscalizadores do trabalho para realizarem seu serviço. Além disso, é essencial que as pessoas sob o domínio de donos de terra denuncie tais ações antiéticas que estes homens cometem. Logo, poder - se - á afirmar que a pátria educadora oferece mecanismo exitosos para que assim o combate a escravidão seja mais eficiente com o propósito de amenizar os problemas.