Os desafios do combate ao trabalho escravo no século XXI

Enviada em 18/06/2018

Segundo os livros de história, o Brasil foi o último país a abolir a escravidão. Apesar de a escravidão não ter acabado ainda, em 2003 o Brasil, lançou o Plano Nacional de Erradicação do Trabalho Escravo com o intuito de acabar com a escravidão em 4 anos. Só que, esse processo não ocorreu devidamente, diverso a falhas na fiscalização e indiciações a proprietários.

Atualmente, as pessoas não sabem diferenciar o trabalho escravo do trabalho com falhas trabalhistas, pois para elas se o empregado tem alguns dos seus direitos, negado já está submetido ao trabalho escravo. O que é errado, porque o trabalho escravo é muito mais do que falhas trabalhista e sim isolamento geográfico, divida ilegal, retenção de documentos, alojamento precário e entres outros. Os imigrantes são alvos fáceis para os aliciadores, pois eles saem de suas regiões sem as condições minimas, em busca de uma vida melhor para poder ajudar a família.

As confecções têxteis, empresas de construção civil e pecuária são exemplos de setores produtivos que, sem devida fiscalização trabalhista e punições, exploram mão de obra barata, a quaisquer propostas de subemprego, no caso das confecções têxteis muitas vezes até de outros países, como Bangladesh.

Portanto, para que se reverta essa situação, uma das alternativas é o Grupo Especial de Fiscalização Móvel, que é composto por ministérios tanto do trabalho como do emprego e também da Polícia Federal, na fiscalização do cumprimento de leis em fazendas, lavouras e confecções têxteis, criando um projeto de qualificação profissional e atendimentos jurídico voltado as vítimas desse tipo de exploração e também campanhas sobre o assunto, explicando sobre os seus direitos e a denunciar os casos. Só assim poderemos solucionar este problema da atualidade.