Os desafios do combate ao trabalho escravo no século XXI
Enviada em 26/07/2018
O sociólogo Karl Marx definiu que o trabalho é uma atividade natural do homem e, com a sociedade capitalista o serviço é uma mercadoria e que, para sobreviver, o proletário vende em troca de dinheiro. Atualmente, no Brasil, por falta de fiscalização, por meio de desemprego, muitos trabalhadores se sujeitam às condições sub-humanas, retornando a escravidão. Comprova-se isso não apenas por ter uma desigualdade social mas também pela insuficiência da fiscalização.
Em primeira análise, cabe pontuar que o baixo nível de educação das populações mais carentes dificulta as chances de terem oportunidade de trabalho. Com isso, grande parte da sociedade sujeita-se a qualquer tipo de ofício, com altíssimas cargas horárias para garantir o sustento dentro de casa; de acordo com o IBGE, o número de desemprego no Brasil foi de 13,2 milhões de pessoas no período. Por consequência disso, pessoas são exploradas em toda parte, dia após dia e, privadas do acesso a uma boa qualidade de ensino.
Ademais, convém frisar que na atualidade a busca por uma fiscalização superior é uma das principais causas do trabalho escravo. Uma prova disso está no número de cidadãos que conhecem e entendem o problema e, como resultado, o total de reclamações feitas são abaixo da média. Em decorrência dessa omissão, existem milhares de fiscais corruptos donos de empresas violando as leis.
Portanto, medidas são necessárias para atenuar a problemática. É essencial que o Governo Federal junto com a mídia, amplie campanhas educacionais, por meio de publicidade, a fim de incentivarem pessoas de todas as cidades denunciarem contra todo tipo de trabalho escravo. Além disso, o Ministério do Trabalho, então, pode fornecer ajuda para a população, por meio de cursos técnicos gratuitos, com o objetivo em estimular a nação em busca por oportunidades de emprego e qualificação profissional. Afinal, como dizia Martin Luther King, “Toda hora é hora de fazer o que é certo”.