Os desafios do combate ao trabalho escravo no século XXI

Enviada em 25/08/2018

O homem nasce livre, mas por toda parte encontra-se acorrentado. O pensamento do filósofo contratualista, Rousseau, permite a reflexão sobre o legada negativo deixa pela escravidão. Contudo, apesar de ser considerado crime contra a dignidade humana, o Brasil ainda enfrenta grades desafios para combater o trabalho escravo. Sob esse aspecto, dois fatores faz-se relevante, a ineficiência governamental e o legado histórico.

Primeiramente, é importante ressaltar que o poder governamental é um dos principais responsáveis pelo problema. Isso decorre dos baixos investimento em políticas pública que combata esse crime, bem como a fiscalização. Além disso, muitas denúncias de trabalho escravo não são fiscalizados pela falta de leis. A esse respeito o sociólogo Zigmunt Baumand afirmou que o Estado perdeu sua função e funciona como instituição " Zumbí". Dessa forma, lamentavelmente o Estado pouco investi.

Ademais, é importante enfatizar que os longos anos de escravidão no Brasil também é um fator determinante na problemática. Isso porque, o país foi o último a abolir definitivamente o trabalho escravo, apenas no final do século XIX. entretanto, tais cidadãos livres não estiveram seus direitos civis reconhecidos sendo excluso da sociedade. Além do mais, de acordo com pesquisas do IBGE, o Brasil tem mais cem mil indivíduos submetidos a condiçães degradante do trabalho escravo. Dessa forma, é notório que o passado está repetindo no presente, como afirmou Cazuza.

Diante dos fatos discutidos, medidas devem ser tomadas para superar esse obstáculo. Para isso, Ministério do Trabalho em parcerias com a Secretária do trabalho deve aumentar a fiscalização através de aplicativos que ofereça maior números de Denúncias. Ainda, o MT deve investir em palestra e passeatas para conscientização da população sobre esse crime. Outrossim, a ONGS junto com poder legislativo devem debater as leis que garanta os direitos desses cidadãos por meio e deixar o passado apenas nos livros. Desse modo, o homem será livre como afirmou Rousseau.