Os desafios do combate ao trabalho escravo no século XXI

Enviada em 26/10/2018

Direitos são para todos.

Conforme o filósofo John Locke, é dever do Estado garantir liberdade e direitos para todos os cidadãos. Entretanto, mesmo já se passado 130 anos da abolição da escravidão, casos de exploração ainda existem. Pois, a falta de fiscalização dos órgãos competentes e a desigualdade social agravam a problemática.

Em primeira análise, a negligência do Governo diante dessa parcela da população os deixa sem seus direitos fundamentais a vida. Com isso, o trabalho escravo se torna comum em, por exemplo, fazendas distantes da via urbana, na agricultura, nos trabalhos domésticos e em fábricas, por não ter a devida vigilância. Segundo a Fundação Walk Free, o Brasil têm 161,1 mil pessoas nesse estado.

Em segunda análise, o contraste de renda entre as comunidades, da qual é muito evidente a existência, submete a classe mais baixa a essa exploração. Diante disso, essa parte da população mundial que está sem renda mensal por falta de empregos, sem um amparo social, aceita trabalhar muito por pouco dinheiro, sendo assim, a única renda da família. Episódio que se passa no documentário The true cost, em que muitas pessoas se submetem a isso, visto que não possuem outra opção.

Portanto, medidas são necessárias para resolver esse impasse. o Governo junto com o Judiciário devem fazer um mapa de incidências de casos de exploração relatados e fiscalizar essas áreas, aumentando pouco a pouco o raio de procura, por meio de campanhas publicitárias que evidencie a importância da denúncia, também, buscar apoio financeiro de empresas privadas, isentando-as de impostos, para que ajude o Governo a conseguir promover os direitos a todos os cidadãos. Logo, é preciso também, que haja um auxílio as pessoas carentes, com a finalidade de que não aceitem um trabalho escravo, com isso viver de forma digna e com seus direitos todos assegurados.