Os desafios do combate ao trabalho escravo no século XXI

Enviada em 10/04/2019

É de conhecimento geral, que a escravidão no Brasil teve início logo com a chegada dos portuguêses ao país, primeiro eles escravizaram os índios, em troca lhes davam objetos como espelhos e machados para terem sua mão de obra. Logo depois estes começaram o tráfico negreiro, fazendo com que os negros africanos trabalhassem o dia todo, os colocavam em senzalas sujas, deixavam-os com fome e os agrediam fisicamente.

Pode-se mencionar, que o trabalho escravo não é hoje como era antigamente, no qual homens, melheres e crianças eras escravizados aos olhos de todos e que estes não faziam nada para mudar isso. Hoje em dia esse tipo de trabalho acontece em locais fechados e distante ou mesmo até em grandes cidades, no qual os patrões submetem seus empregados a trabalhos pesados, exautivos, baixo salário e até os agridem se caso a ordem dada não for cumprida como desejável.

Além disso, sabe-se que esse tipo de trabalho é crime,  pois, coloca uma pessoa situações precárias, por exemplo, local de trabalho sem ventilação e sem higiene, carga horária de mais de 12 horas por dia e violência fisíca e psicologica. Se qualquer pessoa for indiciada por tal crime, esse pode pagar muta e ser condenado em até dois anos de prisão, além de responder por violência, segundo o site do Governo brasileiro. O site Brasil Cidade, fez um balanço no ano de 2015 sobre esse assunto, no qual constatou que Minas Gerais teve o maior indice de pessoas resgatadas do trabalho escravo, somando ao todo 43%.

De acordo com os fatos mencionados, é preciso que o Governo Federal junto com o Ministério da Justiça, coloque uma empresa que será responsável em fiscalizar pequenas e grandes empresas, observando se ambas cumprem as regras defendidas pela lei, se tal crime for constado os chefes do local deve ser levado á um processo de investigação e pagar por isso,para que assim as suas vitimas possam ter sua liberdade, seguir em frente, procurar um emprego digno e garantir todos os seus direitos.