Os desafios do combate ao trabalho escravo no século XXI
Enviada em 02/09/2019
No ano de 1888, a Lei Áurea foi assinada pela princesa Isabel Cristina, dando início a abolição à escravidão, que, teoricamente, a exploração trabalhista chegaria ao fim no Brasil, mas que, na prática, infelizmente não pode-se afirmar o mesmo. Cogita-se com frequência sobre as formas de exploração trabalhista e a ocorrência deste ato na contemporaneidade.
Na atualidade, o trabalho abusivo ecoa até hoje no meio social. A falta de condições básicas ao funcionário, a troca de serviço por dívida, o trabalho forçado, entre outras formas de serviços prestados pelos funcionários são considerados trabalhos análogos à escravidão. Empregadores que permitem essas formas de trabalho em sua fazenda ou muitas vezes em suas indústrias estão sujeito a divulgação do nome de sua propriedade nas redes sociais ou até mesmo receber multas altíssimas.
Entretanto, segundo uma pesquisa realizada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) em 2010, as principais ocorrências da exploração trabalhista é em zona rural. Portanto, pode-se afirmar que a falta de informação nos campos sobre os direitos trabalhistas é um dos grandes motivos para esse acontecimento e a condição precária de muitos que ali se vive pode justificar a aceitação do trabalho exercido, e consequência disso, pode aceitar até mesmo a saúde dos empregados.
É imprescindível, portanto, alteração desse cenário preocupante. Logo. poder mediático, juntamente com o Ministério do Trabalho, deve, por meio de campanhas publicitárias, frisar a importância de exigir os Direitos dos Trabalhadores e para dialogar com os funcionários, deve se incitar debates e e a reflexão sobre à temática. Assim, com as informações sobre a exploração trabalhalhista chegando aos principais alvos desse ato, será possível combater esse impasse, desenvolvendo senso crítico a população.