Os desafios do combate ao trabalho escravo no século XXI

Enviada em 05/09/2019

Segundo a Lei Áurea a escravidão no Brasil se encerrou em 1888, no entanto, libertaram os escravos mas não inseriram-os na sociedade o que fez a continuação de submissão aos senhores. Nesse viés, a escravização nunca deixou de acontecer, múltiplos são os trabalhos “pesados” a qual os prisioneiros é sujeitado em função de falta de cidadania.

Primeiramente, vale ressaltar os entraves que esses cidadãos enfrentam. Por conseguinte, atualmente existem 13,1 milhões de desempregados no país, ou seja, pessoas que não tem condições de pagar por itens necessários para uma vida digna, resultando na miséria. Dessa forma, induzidos pela esperança de um emprego para suprir suas obrigações, se tornam reféns de serviços escravos.

Outrossim, de acordo com Jean Paul Sartre, o homem é condenado a ser livre. Seguindo esse raciocínio, o trabalho escravo é contrário ao pensamento de Sartre, pois priva a liberdade de decisão dos trabalhadores. Com isso, os cativos podem desenvolver traumas físicos e psicológicos graves, pela ausência de independência e longas jornadas de trabalho exaustivas e torturantes.

Mediante o exposto, se faz necessário combater o trabalho escravo. Portanto, o Ministério da Justiça deve criar campanhas informando as características do crime e fazer apelo para a denúncia, por meio da divulgação na mídia, principal fonte para disseminar informações, a fim de conseguir localizar esses lugares e punir os agressores. Dessa maneira,  a sociedade se tornará mais civilizada.