Os desafios do combate ao trabalho escravo no século XXI
Enviada em 15/07/2020
É de conhecimento geral que pessoas carentes possuem uma maior dificuldade de conseguir uma boa escolaridade. Isso resulta em uma maior vulnerabilidade á exploração do trabalho. Se a fiscalização do governo não fosse insuficiente, poucos casos de exploração existiriam no país, e os regimentos das leis trabalhistas seriam cumpridos frequentemente.
Antes de tudo, as pessoas que passam por dificuldades econômicas, estão mais aptas a sofrer a exploração de trabalho. Isto é, devido ao baixo nível de formação que estas pessoas normalmente possuem, elas ficam muito sujeitas a empregos com cargas horarias excessivas e com uma má remuneração, o que é altamente errado segundo as leis trabalhistas.
Com certeza, se as fiscalizações dos locais de trabalho fossem feitas corretamente, haveriam menos explorações. Consequentemente, isso poderia mudar a vida destes que eram explorados, a partir de uma remuneração e carga horaria de trabalho menor, isto também resultaria em uma maior possibilidade do descendente atingir um futuro melhor.
A fim de diminuir a exploração trabalhista e de aumentar a fiscalização nos locais de trabalho, propõe-se que o governo terá que melhorar o nível de educação em suas escolas a partir dos impostos e que a fiscalização/aplicação das leis trabalhistas sejam feitas com uma maior rigidez a partir de uma melhor seleção dos profissionais que fiscalizam e aplicam as leis. Isto resultará em uma melhor formação para uma pessoa carente e em uma drástica diminuição da exploração nas empresas. É proposto também que todos os pais e familiares que passam por uma exploração da empresa, deverão denuncia-la a uma autoridade. Isto também resultará em uma diminuição de exploração das empresas, e ira motivar as empresas que praticam a exploração, diminuir. E por fim, é proposto que as Escolas do governo deverão providenciar professores/materiais didáticos melhores usando parte do dinheiro do imposto, assim as pessoas que nascem pobres, terão uma chance de ter um emprego digno, que respeite os direitos humanos.