Os desafios do combate ao trabalho escravo no século XXI

Enviada em 15/10/2020

Desde o Brasil Colônia a base trabalhista é escravista, com início por parte dos colonizadores com os nativos e em seguida com pessoas vindas forçadamente da África. No século XXI,o que ocorre é um trabalho análogo ao escravo, em diversos setores de produção, é muito comum com imigrantes de países vizinhos, que estão buscando melhores condições de vida e acabam dentro dessa situação.

A priori, é necessário entender como se caracteriza o labor escravo. São condições degradantes do trabalho que retira a dignidade e oferece risco a saúde mental e física, jornadas exaustivas, cerceamento de liberdade que consiste em pegar documentos como: Identidade, Cadastro de Pessoa Física-CPF e Passaporte, como também criações de dividas infinitas do empregado com o empregador. Dados do IBGE, aponta que entre 25 e 100 mil pessoas trabalham nessas condições.

A posteriori, o presidente Getúlio Vargas durante o Estado Novo sancionou as leis trabalhista-CLT, unificando as legislações referentes ao trabalho. Seu principal objetivo é a regulamentação das relações individuais e coletivas de trabalhando, visando a proteção do trabalhador e é referente tanto ao espaço rural como urbano, e vem sofrendo alterações com a finalidade de se adequar a modernidade.

Dessarte, diante do exposto nota-se que o trabalho escravo é algo enraizado na sociedade, e que muito já foi feito para diminuir, porém esta longe do ideal. O ministério do trabalho deve fiscalizar mais as pequenas, médias e grandes industrias com a finalidade de assegurar a dignidade dos trabalhadores. O poder legislativo deve criar leis mais severas para as pessoas que escravizam, com o propósito desses dominadores reduzirem tal atitude para assim oferecerem melhores condições trabalhista.