Os desafios do combate ao trabalho escravo no século XXI

Enviada em 14/02/2021

Não para a escravidão

Escravidão, segundo o dicionário: Ato de escravismo, cativeiro e aprisionamento de pessoas. Adiante, no século XXI, lida-se eventualmente com problemas relacionados a escravidão de pessoas, maioria sem renda financeira, que se submetem a péssimos trabalhos em busca de condições básicas necessárias. Além disso, há empresas que lucram com a mão de obra ilegal, assim sendo, perpetuam com essa maneira de produção e visam apenas em seus interesses.

Em primeiro plano, percebe-se que existe falhas em órgãos responsáveis pela vigilância de comércios, exemplo a empresa ‘‘apple’’, em 2012, abusava de seus funcionários com sobrecargas de horário, empregando menores de idade e com baixos salários, de acordo com o site “neo mondo”. Soma-se a isto, que ainda no século XXI, há análogos de escravidão.

Em segundo plano, ocorre a ultilização de mão escrava em fabricação de roupas, objetos e acessórios, exemplo em São Paulo que em 2016 houve um caso na oficina de trabalho onde produziam roupas da marca “brooksfield”, de acordo com uma reportágem do site “g1”.

Portanto, com a colaboração da Receita Federal, Ministério do Trabalho e o Estado, atuando em massa nos grandes e pequenos centros, faz um mapeamento em como estão as condições de cada indivíduo, nomeando este projeto de “melhoria de vida”, ademais, corta-se cargas horárias que passam das vinte horas por semana, assim não sobrecarregando o trabalhador.  Além disso, outro projeto é um reajuste salarial, junto ao Ministério da Economia, que aplique um valor mínimo de três mil reais aos empregados em qualquer rede de mercado, assim aumentando possibilidades de melhorias aos trabalhadores com baixa renda. Funcionando da seguinte maneira: As empresas que tem lucro acima de cem mil reais por mês devem pagar um valor de 16% em nome do plano “pague bem”. O ideal de hoje não é adequado, porém, com a colaboração de todos há oportunidades de mudar.