Os desafios do combate ao trabalho escravo no século XXI
Enviada em 03/03/2021
É tão lastimoso pensar que em pleno século 21, ainda existem inúmeros desafios, que atrapalham ou impossibilitam o combate do trabalho escravo. Indivíduos de todo o mundo continuam sofrendo por viver em condições degradantes de trabalho, contendo jornada exaustiva e trabalho forçado, o que ocorre muitas vezes por conta da finscalização fajuta de muitos lugares, inclusive no brasil. O trabalho escravo na contemporâniedade é um trabalho em condições que, ferem a dignidade humana, caracterizadas pela violação de direitos fundamentais que colocam em risco a saúde e a vida do trabalhador; jornada exaustiva, em que o trabalhador é submetido a esforço excessivo ou sobrecarga de trabalho que pode acarretar em danos sua saúde; e o trabalho forçado, que mantém a pessoa no serviço através de fraudes, isolamento geográfico, ameaças e violências físicas e psicológicas.
Os principais desafios para o combate do trabalho escravo no século 21 são a mão de obra barata, alta vulnerabilidade financeira, baixa escolaridade, falta de informações sobre o que é exatamente a escravidão, pressões e ameaças psicológicas, mas principalmente falhas na fiscalização deste tipo de trabalho.
Segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT): 40 milhões de pessoas são vítimas do trabalho escravo contemporâneo no mundo. No primeiro semestre de 2020, mesmo diante das restrições relacionadas à pandemia de Covid-19, foram realizadas 45 ações fiscais em todo o Brasil e 231 trabalhadores foram resgatados de condições análogas às de escravo. Dessas 45 ações fiscais, o Grupo Especial de Fiscalização Móvel (GEFM) foi responsável por 29, e pelo resgate de 115 trabalhadores.
Dessarte, com o intuito de visar sempre o bem estar te todo ser humano, e mais especificamente, do trabalhador, os Governos e superiores dos países que ainda mantém a prática da escravidão na contemporaniedade devem aprimorar a fiscalização em todo o meio comercial e rural, onde é mais propício a ocorrer esse tipo de exploração ao trabalhador, dificultando ou até mesmo impossibilitando que criminosos continuem mantendo essa prática extremamente ilegal. E além disso, impor leis com penas mais rígidas para caso aconteça de ainda assim passarem casos de trabalho escravo despercebido pela fiscalização.