Os desafios do combate ao trabalho escravo no século XXI
Enviada em 09/03/2021
Na série “Aruanas” um grupo de mulheres lutam para liberar homens em situação de escravidão em uma exploração de minério e madeira no Norte brasileiro, contudo enfrentam desafios quanto as influências perigosas nessa região. Fora da tela, o trabalho escravo no Brasil é recorrente em diversas regiões do país, sendo ocasionado pela falta de fiscalização advinda das leis públicas.
Durante o período da Revolução Industrial, diversos grupos de trabalhadores foram as ruas reivendicar seus direitos trabalhistas, prescritos atualmente. Contudo, as denúncias e flagrantes vistos sobre situação de trabalho escravo demonstra um retrocesso histórico cultural, pois, de acordo com a Declaração Universal dos Direitos Humanos, todo homem tem direito a liberdade. Além disso, Abraham Lincoln declarou “se a escravatura não é má, nada é mau”, ou seja, o trabalho escravo infringi o homem como ser unitário nas questões sociais e trabalhistas.
Destaca-se também a população mais pobre afetada por este crime, visto que dados do Ministério do Trabalho e Providência Social mostram que 14,29% dos brasileiros resgatados em situação análoga a escravidão estão no ramo da pecuária e 31,05% são trabalhadores de extração de minério. Diante disso, a frágil estrutura de fiscalização governamental compactua com a vivência da população brasileira com o situações análogas a escravidão, visto que o sistema sensível favorece os grandes proprietários a utilizarem o trabalho escravo como forma mais lucrativa em seu negócio.
Portanto, medidas devem ser tomadas para resolver o impasse. O Ministério do Trabalho, juntamente com o Ministério da Cidadania, deverá exigir e executar fortes fiscalizações, com a atuação de leis penais para quem fizer este crime, dessa forma outros não continuaram com esse ato. Além disso, é preciso realizar indenizações aos trabalhadores libertos e seguro desemprego, para que estes possam retornar a uma vida digna. reconstruir sua hisória de forma digna e legal.